Recurso será usado em ações de resposta e recuperação após alagamentos e enxurradas que deixaram centenas de famílias desalojadas no município.
O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, autorizou o repasse de R$ 252.537,25 para Santarém, no oeste do Pará, após os impactos provocados pelas fortes chuvas que atingiram o município nos últimos meses. A liberação foi publicada nesta quinta-feira (7) no Diário Oficial da União (DOU) e integra um pacote de recursos financeiros destinados a municípios paraenses afetados por desastres naturais.
Os valores serão destinados à execução de ações emergenciais de proteção e defesa civil, incluindo resposta imediata e recuperação de áreas danificadas pelas enxurradas e alagamentos registrados durante o inverno amazônico.
Além de Santarém, também foram contemplados os municípios de Tomé-Açu, Bannach, Belém e Nova Esperança do Piriá. No total, 23 cidades de 11 estados brasileiros receberam recursos federais.
Em março deste ano, a Prefeitura de Santarém decretou situação de emergência nível II após fortes e constantes chuvas causarem alagamentos, enxurradas e diversos prejuízos à população. Somente entre os dias 19 e 20 de março, o município registrou volume pluviométrico superior a 97 milímetros, conforme dados da Agência Nacional de Águas (ANA).
As chuvas provocaram danos em bairros urbanos, afetaram diretamente dezenas de famílias e ampliaram o número de ocorrências atendidas pela Defesa Civil Municipal. Segundo levantamento realizado à época, pelo menos 86 famílias foram diretamente atingidas, totalizando cerca de 430 pessoas desalojadas e mais de 2.150 pessoas afetadas pelos impactos das chuvas.
De acordo com a Portaria nº 1.451, assinada pelo secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff Barreiros, o recurso será transferido em parcela única e deverá ser utilizado exclusivamente nas ações previstas no plano de trabalho apresentado pela prefeitura no Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD).
A portaria estabelece prazo de 180 dias para execução das ações emergenciais. Após esse período, o município deverá apresentar prestação de contas ao Governo Federal.
Segundo o MIDR, os repasses são autorizados com base em critérios técnicos, como magnitude do desastre, número de desalojados e desabrigados, além das necessidades informadas pelos municípios nos planos enviados à Defesa Civil Nacional.
O oeste do Pará segue enfrentando impactos do período chuvoso, com diversos municípios em situação de emergência devido a alagamentos, erosões, destruição de estradas e isolamento de comunidades rurais.
Fonte: g1 Santarém e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 08/05/2026/07:41:40
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