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Executiva de banco internacional é acusada de abuso sexual

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O universo corporativo de Nova York está sendo sacudido por revelações perturbadoras envolvendo uma alta executiva do banco JPMorgan Chase e um ex-subordinado. Chirayu Rana, ex-funcionário da instituição, reapresentou uma ação judicial no Supremo Tribunal de Manhattan com novos detalhes e evidências que apontam para um cenário de “escravidão sexual” e abuso de poder perpetrado por Lorna Hajdini.

De acordo com os novos documentos do processo, a relação entre chefe e funcionário teria transbordado para uma dinâmica de coerção absoluta. Entre as alegações mais graves, Rana afirma que a executiva tentou forçá-lo a participar de um “ménage” (sexo a três).

O depoimento de uma testemunha anônima, amiga do reclamante, corrobora a tese: ela afirma ter sido convidada pela própria executiva para integrar o ato sexual durante uma pernoite em um apartamento em Nova York.

As acusações não param por aí. O processo descreve comportamentos inadequados em locais públicos e eventos sociais, como no show do DJ Kygo, no Barclays Center, onde Hajdini teria demonstrado conduta excessivamente insinuante e agressiva.

Rana alega que era frequentemente ameaçado com “problemas profissionais” caso não cedesse aos desejos da superior, vivendo sob constante medo de chantagem.

Em contrapartida, o JPMorgan Chase e Lorna Hajdini negam veementemente todas as acusações. O banco afirma que realizou uma investigação interna rigorosa, analisando e-mails e dispositivos eletrônicos, e não encontrou qualquer prova de irregularidade.

A defesa da executiva também levanta dúvidas sobre a credibilidade de Rana, mencionando que o ex-banqueiro teria mentido sobre a morte do próprio pai para obter licença remunerada e preparar o processo.

Rana, que agora alega sofrer de Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT), apresentou e-mails de meados de 2025 onde relata sintomas graves como insônia, perda de apetite e temor pela segurança de sua família.

O caso segue em tramitação na justiça americana, expondo a face mais sombria das relações de poder dentro de uma das maiores instituições financeiras do mundo.

Fonte: Dol e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 06/05/2026/07:08:50

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