A venda de REMÉDIOS por plataformas como o Mercado Livre ainda não é liberada no Brasil e depende de mudanças na legislação sanitária, apesar dos avanços recentes e do interesse do setor em ampliar esse mercado digital.
Atualmente, a comercialização de medicamentos em marketplaces é proibida pelas regras da Anvisa, que determinam que a venda só pode ser feita diretamente por farmácias autorizadas, mesmo quando ocorre pela internet.
Na prática, isso significa que o consumidor não encontra remédios à venda livre dentro do modelo tradicional de marketplace. Para entrar nesse segmento, o Mercado Livre adotou uma estratégia alternativa: comprou uma farmácia em São Paulo para operar diretamente as vendas, no chamado modelo 1P, que é permitido pela legislação atual.
Mesmo assim, a empresa tem como objetivo futuro permitir que farmácias vendam dentro da plataforma, como já ocorre em países como México, Chile e Argentina. Para isso, está em negociação com órgãos reguladores para modernizar as regras no Brasil, um processo que ainda não tem prazo definido.
O tema também está sendo discutido no Congresso Nacional e entre entidades do setor farmacêutico. Propostas recentes indicam que o comércio digital pode ser ampliado, mas sempre com exigências rigorosas, como controle sanitário, presença de farmacêutico responsável e cumprimento de normas específicas de segurança.
Restrições e regras para a venda de remédios online
Além disso, a própria plataforma impõe restrições: anúncios de produtos classificados como medicamentos sem autorização ou com promessas de cura são proibidos e podem ser removidos automaticamente.
O avanço do debate reflete um cenário de transformação no varejo farmacêutico, impulsionado pela digitalização e pela busca por maior acesso e comparação de preços. Ainda assim, especialistas alertam que qualquer liberação precisa equilibrar inovação com segurança do consumidor, já que se trata de um dos mercados mais regulados do país.
Orientações para o consumidor
Diante desse cenário, o consumidor deve ficar atento: por enquanto, a compra de medicamentos online continua restrita a canais oficiais de farmácias autorizadas, e não diretamente em marketplaces como o Mercado Livre.
Fonte: Diário do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 02/04/2026/14:20:20
O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:c
Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com
O papel da publicidade online no crescimento dos negócios digitais

