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Suspeito de participar de estupro coletivo de adolescente de 17 anos se entrega à polícia

Um dos jovens indiciados pelo crime contra a menor de 17 anos apresentou-se na 12ª DP (Copacabana) nesta terça-feira.

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Um dos jovens suspeitos de participar do estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos, ocorrido no final de janeiro em Copacabana, na Zona Sul do Rio, foi preso na manhã desta terça-feira (3). O investigado, que era considerado foragido desde a expedição do mandado de prisão pela Justiça, apresentou-se voluntariamente na 12ª DP (Copacabana), unidade que coordena as investigações.

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O crime, classificado pelo delegado Ângelo Lajes como uma “emboscada planejada”, teria ocorrido em um apartamento no bairro no dia 31 de janeiro. Ao todo, cinco jovens foram identificados pela Polícia Civil: quatro maiores de idade (entre 18 e 19 anos) e um adolescente, apontado como o mentor do grupo e ex-namorado da vítima.

Relato de horror: dinâmica do crime em Copacabana revela emboscada e violência

Imagens de câmeras de segurança do edifício registraram o momento em que, após o crime, o mentor adolescente acompanhou a vítima até a saída e, ao retornar para o apartamento, foi flagrado fazendo gestos interpretados pelos investigadores como de “comemoração”.

Segundo as investigações da Polícia Civil, o que deveria ser um encontro entre dois adolescentes em um apartamento de Copacabana transformou-se em uma sessão de violência coletiva. O depoimento da vítima detalha que, enquanto ela e o ex-namorado estavam no quarto, o ambiente foi invadido por Mattheus sob o pretexto de buscar um celular.

Pouco depois, três adultos entraram no cômodo para observar o ato e proferir comentários debochados. Após Mattheus tocar o seio da jovem e ela protestar, o grupo chegou a sair, mas retornou logo em seguida. A partir desse momento, conforme o relato da vítima à polícia, a situação evoluiu para um estupro coletivo praticado pelos quatro maiores de idade.

Agressões e cárcere

A adolescente descreveu momentos de extrema brutalidade. Ela relatou ter sido agarrada pelos cabelos, forçada a praticar atos contra sua vontade e atingida por um chute no abdômen desferido pelo próprio ex-namorado. Mesmo após dizer que estava “cansada” e implorar para que parassem, as agressões continuaram, e a jovem foi impedida de deixar o local.

O pedido de socorro

Ao conseguir sair do imóvel, a vítima enviou um áudio ao irmão dizendo que “achava que tinha sido estuprada”. O desabafo final veio para a avó, que a cria como filha. Em entrevista ao RJ2, da TV Globo, a mulher descreveu o choque ao ver o estado da neta:

— Quando eu me deparei com ela e falei: “Filha, o que houve?”. Aí foi quando ela suspendeu o vestido mais ou menos até aparecer a nádega, e eu fiquei desesperada. E só catei os documentos e falei: “Vamos para a delegacia”. Ela se sentia muito culpada e dizia querer desistir da vida por vergonha, porque achava que, por onde ela passasse, todo mundo iria apontá-la como estuprada e como culpada. Ela está conseguindo se conscientizar de que ela não tem culpa, de que ela não está sozinha e de que ela importa.

Onde pedir ajuda

Se você ou alguém que você conhece foi vítima de violência sexual, procure ajuda:

  • Central de Atendimento à Mulher: Ligue 180.
  • Polícia Militar: Ligue 190.
  • Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM): Unidades funcionam 24h por dia.

Fonte: Diário do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 03/03/2026/13:01:37

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