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Tenente da PM é preso suspeito de estuprar mulher dentro de posto policial na AM-010 em Manaus

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Um tenente da Polícia Militar do Amazonas foi preso preventivamente, em Manaus, suspeito de estuprar uma mulher de 25 anos dentro de um posto de fiscalização na rodovia AM-010. O caso ganhou repercussão depois que a vítima denunciou o crime à Procuradoria Especial da Mulher da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam).

O suspeito é o tenente Osvaldo Lima da Silva, conhecido como “Grilo”. A vítima relatou que foi coagida e violentada dentro de uma sala da unidade policial. O g1 tenta contato com a defesa do militar.

A vítima contou que o crime aconteceu dentro da estrutura policial.

“Ele me levou para dentro de um quartinho que tem na barreira e começou a me apalpar. Depois me puxou novamente para dentro e me forçou a fazer coisas contra a minha vontade. Quero dizer para outras mulheres que não baixem a cabeça e tenham coragem de denunciar.”

A deputada estadual Alessandra Campelo (PSD) levou o caso à tribuna da Aleam nos dias 14 e 15 de abril. Ela classificou a denúncia como “absurda” e “estarrecedora” e disse que é inadmissível que um agente público use a estrutura do Estado para cometer crimes.

Informações preliminares repassadas à Procuradoria da Mulher apontam que o tenente já responde a outro processo por estupro de vulnerável. O caso será investigado pelas autoridades.

A vítima recebe acompanhamento da Procuradoria da Mulher, com apoio psicossocial e jurídico.

O caso foi registrado no 26º Distrito Integrado de Polícia (DIP). A vítima prestou depoimento e passou por exames no Instituto Médico Legal (IML). A Delegacia Especializada em Crimes Contra a Mulher (DECCM) também acompanha a investigação.

Prisão e investigação

A Justiça do Amazonas acatou o pedido de prisão preventiva do policial, que se apresentou espontaneamente no 19º DIP no último fim de semana. Ele está detido no Núcleo Prisional da Polícia Militar.

Em nota, a Polícia Militar informou que acompanha o caso por meio da Diretoria de Justiça e Disciplina (DJD) e deve instaurar procedimento administrativo. As forças de segurança afirmaram que não compactuam com práticas criminosas e que o caso será investigado com rigor.

Denúncias de violência podem ser feitas pelos telefones 180, 181 e 190, além do WhatsApp da Procuradoria da Mulher.

Fonte: g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 17/04/2026/07:13:40

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