Suspeita de torturar e matar animais esmagando-os para vender vídeos na internet é solta horas após ser presa
Segundo a Polícia Civil, Daiana Schuinsekel de Almeida gravava as agressões e comercializava o conteúdo em plataformas semelhantes ao Discord para usuários de países da Europa. Ela foi denunciada por ONG da Bulgária.
A empresária suspeita de torturar e matar animais esmagando-os com os pés e as mãos para vender vídeos na internet foi solta horas depois de ser presa nesta quinta-feira (28), no Centro de São Paulo. Ela admitiu em depoimento que produziu os vídeos com a finalidade de excitação sexual (Leia mais aqui).
Segundo a TV Globo, não foi possível acessar os celulares de Daiana Schuinsekel de Almeida e analisar o material. Por isso, como não houve flagrante, ela foi liberada. A suspeita vai responder em liberdade pelos crimes de maus-tratos e atos obscenos.
De acordo com as investigações, Daiana gravava as agressões e vendia os vídeos em plataformas semelhantes ao Discord para pessoas de países da Europa. Na imagens, a mulher aparece esmagando os animais com os pés e as mãos.
Na casa dela, os policiais apreenderam os sapatos usados nos vídeos de tortura, como prova dos crimes atribuídos à empresária.
O que diz a defesa da acusada
A advogada Camila Almeida Guilherme, que assumiu a defesa de Daiana, informou por meio de nota publicada nas redes sociais que a cliente dela “está colaborando com as investigações da Polícia, dando acesso irrestrito para os investigadores em seus celulares, redes sociais e aparelhos eletrônicos”.
“Importante salientar que os fatos não são recentes e há arrependimento profundo sobre todo o ocorrido, tendo abandonado a prática há anos. Por mais repulsa que a conduta da ivnvestigada possa causar, a defesa vem pedir parcimônia das pessoas que comentam nas redes sociais, injuriando, caluniando, difamando, ameaçando. Tais práticas também são consideradas crime no ordenamento jurídico brasileiro”.
A advogada também disse que a acusada “neste momento, a investigada busa auxílio psicológico e epsera andamento do processo judicial, seara que lhe caberá a devida pena” (veja íntegra abaixo).
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Nota de defesa de Diana de Almeida, investigada pela Polícia Civil por violência contra animais. — Foto: Reprodução/Redes Sociais



