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Professora esfaqueada por aluna em Cametá recebe alta hospitalar

A professora Betânia Almeida Prestes, esfaqueada por uma aluna em Cametá, no nordeste do Pará, recebeu alta hospitalar no sábado (12). A docente foi atingida nas costas durante o ataque ocorrido na noite de sexta-feira (11).

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A professora Betânia Almeida Prestes recebeu alta hospitalar sábado (12), um dia depois de ser esfaqueada por uma aluna dentro de uma sala de aula da Escola Estadual de Ensino Médio Dr. Gerson dos Santos Peres (GESP), em Cametá, no nordeste do Pará. A docente foi atingida nas costas durante o ataque ocorrido na noite de sexta-feira (11), conseguiu sair da sala e pedir ajuda.

Imagens de uma câmera de monitoramento registraram a agressão. Segundo informações divulgadas após o caso, professora e estudante estavam sozinhas na sala e Betânia corrigia uma prova. Conforme relato da família reproduzido pela imprensa, a educadora entregou a nota à adolescente e, logo depois, foi surpreendida pelo ataque. A jovem mantinha uma faca escondida e avançou contra a professora.

Betânia reagiu e entrou em luta corporal para se proteger. Mesmo ferida nas costas, conseguiu escapar da sala e buscar socorro. Funcionários da escola acionaram a Polícia Militar, enquanto a educadora foi levada ao Hospital Regional de Cametá.

A lesão não foi considerada grave. Betânia passou por sutura e exames médicos e permaneceu em observação. Uma tomografia apontou que a perfuração não atingiu órgãos. Após a avaliação médica, ela recebeu alta no sábado e retornou para casa.

A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) informou que a professora ficou aproximadamente 12 horas em observação no Hospital Regional de Cametá antes da liberação.

A escola também pediu que imagens mostrando a professora ferida deixassem de ser compartilhadas nas redes sociais, como forma de preservar a vítima. Registros do ataque passaram a circular rapidamente depois da ocorrência.

Aluna confessou agressão

A estudante, que cursa o 3º ano do Ensino Médio, foi apreendida e conduzida à Delegacia de Polícia Civil de Cametá. Por ser adolescente, sua identidade deve ser preservada.

Segundo informações da Polícia Militar reproduzidas pela imprensa, a jovem admitiu ter atacado a professora e afirmou ter utilizado uma faca de caça. Após a agressão, teria deixado a arma dentro de uma lixeira da própria escola. Policiais fizeram buscas e localizaram o objeto, que foi apreendido.

Ainda conforme o relato policial, ao ser questionada sobre a motivação, a adolescente teria declarado que não havia uma razão específica e que não gostava da professora. A Polícia Civil investiga as circunstâncias e a motivação do ataque.

O Conselho Tutelar e a responsável legal pela estudante foram acionados para acompanhar os procedimentos. A adolescente foi apresentada à Polícia Civil para as providências previstas para casos envolvendo menores de 18 anos.
Autoridades acompanham o caso

A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) informou que Betânia foi socorrida imediatamente pela direção da escola. A pasta acrescentou que a estudante, acompanhada de sua responsável, foi encaminhada às autoridades policiais e afirmou estar adotando as medidas administrativas necessárias.

O Sindicato das Trabalhadoras e dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará (Sintepp), por meio da subsede de Cametá, manifestou solidariedade à professora e cobrou apuração e medidas efetivas de segurança para os profissionais da educação. A entidade classificou o episódio como tentativa de homicídio, embora esse não seja necessariamente o enquadramento jurídico definitivo da ocorrência. A PM registrou inicialmente o caso como lesão corporal, enquanto a investigação prossegue.

A professora Betânia Almeida Prestes recebeu alta hospitalar sábado (12), um dia depois de ser esfaqueada por uma aluna dentro de uma sala de aula da Escola Estadual de Ensino Médio Dr. Gerson dos Santos Peres (GESP), em Cametá, no nordeste do Pará. A docente foi atingida nas costas durante o ataque ocorrido na noite de sexta-feira (11), conseguiu sair da sala e pedir ajuda.

Imagens de uma câmera de monitoramento registraram a agressão. Segundo informações divulgadas após o caso, professora e estudante estavam sozinhas na sala e Betânia corrigia uma prova. Conforme relato da família reproduzido pela imprensa, a educadora entregou a nota à adolescente e, logo depois, foi surpreendida pelo ataque. A jovem mantinha uma faca escondida e avançou contra a professora.

Betânia reagiu e entrou em luta corporal para se proteger. Mesmo ferida nas costas, conseguiu escapar da sala e buscar socorro. Funcionários da escola acionaram a Polícia Militar, enquanto a educadora foi levada ao Hospital Regional de Cametá.

Professora passou por exames

A lesão não foi considerada grave. Betânia passou por sutura e exames médicos e permaneceu em observação. Uma tomografia apontou que a perfuração não atingiu órgãos. Após a avaliação médica, ela recebeu alta no sábado e retornou para casa.

A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) informou que a professora ficou aproximadamente 12 horas em observação no Hospital Regional de Cametá antes da liberação.

A escola também pediu que imagens mostrando a professora ferida deixassem de ser compartilhadas nas redes sociais, como forma de preservar a vítima. Registros do ataque passaram a circular rapidamente depois da ocorrência.

Aluna confessou agressão, diz PM

A estudante, que cursa o 3º ano do Ensino Médio, foi apreendida e conduzida à Delegacia de Polícia Civil de Cametá. Por ser adolescente, sua identidade deve ser preservada.

Segundo informações da Polícia Militar reproduzidas pela imprensa, a jovem admitiu ter atacado a professora e afirmou ter utilizado uma faca de caça. Após a agressão, teria deixado a arma dentro de uma lixeira da própria escola. Policiais fizeram buscas e localizaram o objeto, que foi apreendido.

Ainda conforme o relato policial, ao ser questionada sobre a motivação, a adolescente teria declarado que não havia uma razão específica e que não gostava da professora. A Polícia Civil investiga as circunstâncias e a motivação do ataque.

O Conselho Tutelar e a responsável legal pela estudante foram acionados para acompanhar os procedimentos. A adolescente foi apresentada à Polícia Civil para as providências previstas para casos envolvendo menores de 18 anos.

Seduc acompanha o caso

A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) informou que Betânia foi socorrida imediatamente pela direção da escola. A pasta acrescentou que a estudante, acompanhada de sua responsável, foi encaminhada às autoridades policiais e afirmou estar adotando as medidas administrativas necessárias.

O Sindicato das Trabalhadoras e dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará (Sintepp), por meio da subsede de Cametá, manifestou solidariedade à professora e cobrou apuração e medidas efetivas de segurança para os profissionais da educação. A entidade classificou o episódio como tentativa de homicídio, embora esse não seja necessariamente o enquadramento jurídico definitivo da ocorrência. A PM registrou inicialmente o caso como lesão corporal, enquanto a investigação prossegue.

Fonte: DIARIO DO PARÁ e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 14/09/2026/14:56:42

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