Prisões no “jogo do tigrinho” expõem polêmica sobre lavagem de dinheiro e desproporcionalidade penal
As recentes prisões envolvendo o chamado “jogo do tigrinho” revelam um fenômeno que vai além dos fatos investigados. Expõem uma tendência preocupante: a transformação da lavagem de dinheiro no centro das acusações penais.
Hoje, diante de um possível ilícito muitas vezes de menor gravidade forma-se quase automaticamente um “combo” acusatório: delito antecedente, organização criminosa e lavagem de dinheiro.
Mas a pergunta central é inevitável: há, de fato, atos concretos de ocultação de valores ou apenas uma ampliação da narrativa acusatória?
A legislação brasileira ampliou o alcance da lavagem de dinheiro, especialmente após 2012. No entanto, autonomia não significa ausência de limites. A lavagem continua exigindo a demonstração da origem ilícita dos valores e de condutas específicas de dissimulação.
O problema se intensifica quando se observa a pena.
A lavagem de dinheiro prevê reclusão de 3 a 10 anos muitas vezes superior à do próprio delito antecedente, que pode ser uma contravenção ou crime menos grave.
Surge, então, uma distorção relevante: o meio passa a ser mais grave que o fim.
Fonte: Diário do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 04/05/2026/14:43:53
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