O mercado formal de trabalho no Pará segue em trajetória positiva. Entre 2019 e o primeiro bimestre de 2026, o estado registrou quase 3 milhões de admissões, com saldo de 275 mil empregos com carteira assinada, segundo levantamento do Dieese/PA com base em dados do Caged. Mesmo diante de cenários adversos, como a pandemia e oscilações econômicas, o estado, na gestão do então governador do Pará Helder Barbalho, conseguiu manter crescimento na geração de vagas formais.
De acordo com o supervisor técnico do Dieese no Pará, Everson Costa, esse desempenho está ligado a um conjunto de fatores econômicos e estruturais. “Essa trajetória positiva do emprego formal no estado do Pará está associada a um conjunto de fatores. Tivemos uma forte retomada da atividade econômica após o período mais crítico da pandemia, além de investimentos públicos e privados em áreas estratégicas, como infraestrutura e mineração. Isso impulsionou setores como comércio, serviços e construção civil”, destacou.
Outro ponto importante, segundo o estudo, foi a expansão do consumo interno, que ajudou a sustentar contratações mesmo em momentos de desaceleração. “Cresce o emprego, cresce o consumo, e isso fortalece as atividades econômicas. Mesmo com desligamentos, o saldo foi positivo em mais de 275 mil empregos formais, mostrando resiliência da economia paraense”, completou Everson.
Serviços lideram novas vagas
O levantamento aponta ainda que o setor de serviços lidera a geração de empregos no estado, sendo responsável por mais de 113 mil vagas no período, o equivalente a cerca de 41% do saldo total. O comércio gerou quase 86 mil vagas; seguidos de indústria (42 mil); construção civil (26.500); e agropecuária (pouco mais de 7 mil).
Para Everson Costa, esse protagonismo reflete mudanças no perfil da economia paraense. “O setor de serviços cresce porque acompanha o processo de urbanização e a ampliação das demandas da população. Hoje, ele é o principal motor da empregabilidade no estado, justamente por exigir mais mão de obra e estar presente em diversas regiões”, explicou.
Já para 2026, a expectativa é de continuidade no crescimento, mas em ritmo mais moderado. Nos dois primeiros meses do ano, o Pará já gerou cerca de 4,7 mil empregos formais, com destaque novamente para o setor de serviços. “A expectativa é positiva, mas com cautela. Ainda temos fatores como juros elevados, oscilações do mercado internacional e dependência de commodities que podem impactar o ritmo da economia”, avaliou.
Fonte: Diario do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 22/04/2026/16:28:48
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