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Operação investiga crimes sexuais contra crianças e adolescentes na internet no Pará

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A Polícia Civil deflagrou, nesta quinta-feira (9), a operação ‘Constelação’ para investigar crimes de abuso e exploração sexual de crianças, adolescentes e mulheres praticados por meio da internet no Pará.

A operação foi realizada em Paragominas, Altamira, Itupiranga e Ponta de Pedras, no arquipélago do Marajó. Durante a ação, sete celulares foram apreendidos.

Os aparelhos foram apreendidos durante o cumprimento de medidas judiciais e serão submetidos à procedimentos e análise de dados.

Segundo a Polícia Civil, o objetivo é aprofundar as investigações, identificar outros possíveis envolvidos e verificar se há outras vítimas ou crimes relacionados aos casos investigados.

Dos sete celulares apreendidos, um foi localizado em Paragominas; um em Itupiranga; três em Ponta de Pedras; e dois em Altamira.

Adolescente é vítima dos criminosos

Durante a ação em Altamira, a polícia identificou um adolescente de 12 anos como vítima. Segundo as investigações, há elementos que indicam que um suspeito teria produzido imagens do adolescente em situações íntimas sem o consentimento dele.

A identificação da vítima deve contribuir para o avanço das investigações e para o esclarecimento das circunstâncias do crime.

De acordo com a delegada Géssica Araruna, titular da Divisão de Combate a Crimes Contra Grupos Vulneráveis Praticados por Meios Cibernéticos (DCCV), os celulares passarão por análise para auxiliar na apuração dos casos.

A localização dos alvos contou com apoio do Núcleo de Apoio à Investigação (NAI) de Altamira e de equipes das delegacias de Itupiranga e Ponta de Pedras.

A operação foi coordenada pela DCCV, vinculada à Diretoria Estadual de Combate a Crimes Cibernéticos (DECCC), e também contou com o apoio da Polícia Científica do Pará, por meio da Coordenadoria Regional de Marabá.

Segundo a Polícia Civil, a operação faz parte do trabalho de enfrentamento a crimes sexuais praticados no ambiente digital e busca identificar e responsabilizar envolvidos, além de interromper situações de violência e exploração contra pessoas em situação de vulnerabilidade.

Fonte: g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 11/09/2026/07:21:34

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