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Menina de 12 anos denuncia estupro coletivo por 8 adolescentes

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Uma menina de 12 anos denunciou ter sido vítima de estupro coletivo com a participação de oito adolescentes,, nesta quarta-feira, 13, em Campo Grande, na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de Campo Grande. A criança foi encaminhada para exames e recebe atendimento psicossocial.

De acordo com a Polícia Civil do Estado do Rio, o crime foi denunciado pela mãe da vítima, que procurou a polícia. “A partir da comunicação do crime, a unidade iniciou imediatamente um intenso trabalho investigativo e, em poucas horas, conseguiu identificar todos os oito menores envolvidos”, diz em nota.

Os supostos infratores tiveram as identidades preservadas por serem menores de idade. Ainda conforme a polícia, desde o registro da ocorrência foram realizadas diligências ininterruptas, levantamentos de inteligência e oitivas, o que permitiu esclarecer a dinâmica dos fatos e individualizar a participação de cada um dos envolvidos. Os detalhes do caso não foram divulgados para proteger a criança e não prejudicar as investigações.

A titular da delegacia representou pela busca e apreensão do grupo. Não foi informado se os adolescentes já foram localizados e detidos. Se o crime for confirmado, eles irão responder por ato infracional análogo à estupro de vulnerável. “Outras diligências estão em andamento para apuração total do caso”, informou a Polícia Civil.

Caso de repercussão em fevereiro

Em fevereiro deste ano, cinco jovens, um deles menor de idade, foram acusados de estuprar uma garota de 17 anos, no apartamento de um deles, em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro. O fato ocorreu em janeiro. A vítima foi convidada pelo menor de 17 anos para ir ao apartamento e lá, quando estavam no quarto, ele permitiu a entrada dos outros, sem consentimento dela. Todos a estupraram, segundo a denúncia.

Os rapazes eram de classe média alta e o caso ganhou repercussão. Com a prisão decretada, eles se apresentaram à polícia e respondem presos aos processos. O adolescente foi condenado à medida de internação por um período inicial de seis meses. A defesa dos acusados nega a participação deles nos crimes.

Fonte: Debate carajas e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 16/05/2026/06:44:40

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