Produtos de beleza podem até chamar atenção pela embalagem, fragrância ou popularidade nas redes sociais, mas precisam cumprir regras sanitárias antes de chegar ao consumidor. Foi justamente a falta de regularização que levou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a retirar do mercado uma série de itens da marca Bunny.
A decisão publicada nesta quinta-feira (27) alcança 37 produtos da marca, que estavam sendo comercializados pela internet sem a devida regularização sanitária junto à agência. A determinação vale para todo o país.
Entre os produtos proibidos estão diferentes versões de body splash, além de sabonetes líquidos, esfoliantes, hidratantes corporais, sprays para ambientes e produtos destinados ao uso durante o sono.
A resolução da Anvisa não se limita à retirada dos produtos das lojas. A medida também impede que os itens sejam fabricados, distribuídos, comercializados, divulgados ou utilizados.
Venda pela internet chamou atenção
Segundo a Anvisa, os produtos da Bunny alcançados pela decisão eram vendidos pela internet e não tinham regularização sanitária na agência. A ausência dessa autorização foi o motivo apresentado para a adoção das medidas de fiscalização.
Entre os itens atingidos estão o The Bunny Club Body Splash – Only Coolest Girls e versões da linha Farmers Market, com fragrância Vanilla Cherry. Também foram proibidos body splashes de Strawberry, Vanilla, Green Apple e Fig & Honey.
Outro produto também foi apreendido
Além dos cosméticos da Bunny, a mesma decisão determinou a apreensão da Premium Eleite Glue HS-16, que também não possui regularização junto à Anvisa. Com a determinação, o produto fica sujeito às mesmas restrições estabelecidas pela agência, que incluem a proibição de fabricação, distribuição e comercialização.
O que o consumidor deve fazer
A Anvisa orienta que consumidores tenham atenção à procedência dos cosméticos adquiridos, principalmente quando a compra é feita pela internet. Produtos sem regularização não passaram pelo processo sanitário exigido pela agência. A recomendação é verificar as informações do produto e evitar a compra de itens que estejam sujeitos a medidas de proibição ou apreensão.
Fonte: dol e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 28/08/2026/07:24:28
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