
A brasileira Juliana Peres Magalhães foi condenada nos Estados Unidos a 10 anos de prisão por participar do assassinato da própria patroa, em um caso que chocou a comunidade de Fairfax, no estado da Virgínia, e ganhou repercussão internacional. Natural de Jacareí (SP), Juliana havia se mudado para os EUA em outubro de 2021 para atuar como babá por meio de um programa de au pair — modalidade de intercâmbio cultural bastante procurada por jovens brasileiras que desejam trabalhar e estudar no exterior, por 12 a 24 meses cuidando de crianças em troca de acomodação, alimentação e de uma bolsa semanal. Juliana foi encaminhada para residência de Brendan e Christine Banfield para cuidar da filha pequena do casal, em Fairfax, na Virgínia , uma cidade de 25 mil habitantes localizada a cerca de 30 minutos de carro de Washington DC..
Juliana já estava vivendo com os Banfield há cerca de um ano e quatro meses quando, em fevereiro de 2023, a casa da família virou cenário de um crime brutal e coube à Brendan Brendan ligar para a polícia local comunicando que sua mulher, Christine, havia sido esfaqueada por um homem que invadiu a casa e que, para defender a esposa, Brendan havia atirado nele. Na ocasião, o suspeito, identificado depois como Joseph Ryan, posteriormente encontrado morto pela polícia local, o mudou o rumo das investigações.
A polícia concluiu que não houve invasão. Segundo as autoridades, o assassinato foi planejado por Brendan e Juliana, que mantinham um relacionamento amoroso. Christine foi morta dentro da própria casa, e o suposto invasor também acabou morto na ação.
O caso foi levado a julgamento em 2025. Durante o processo, Juliana confessou participação no plano criminoso. Na última semana, a Justiça americana a condenou a 10 anos de prisão. Brendan Banfield também responde pelo crime em processo separado.
Repercussão e Impacto do Caso
O caso reacende discussões sobre programas de au pair, que tradicionalmente são vistos como oportunidades de intercâmbio cultural e profissional. Milhares de brasileiras participam anualmente desse tipo de programa, que prevê regras rígidas de convivência familiar e acompanhamento por agências credenciadas.
A condenação de Juliana Peres Magalhães marca um desfecho judicial importante para o caso, mas ainda deixa perguntas sobre como um vínculo profissional evoluiu para um relacionamento extraconjugal e, posteriormente, para um crime planejado dentro da própria residência da família. Nos Estados Unidos, a legislação estadual da Virgínia prevê penas severas para homicídio qualificado, e o acordo ou confissão pode influenciar diretamente no tempo de condenação.
Fonte: Diário do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/02/2026/15:39:49
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