A ação, batizada de segunda fase da Operação Custos Legis, foi deflagrada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado do Pará (Ficco/PA) e mira um esquema de vazamento de informações judiciais sigilosas que beneficiava criminosos.
As ordens judiciais foram cumpridas em endereços localizados nos municípios de Belém e Capanema, no nordeste paraense.
Como funcionava o esquema
De acordo com as investigações da força-tarefa, os suspeitos obtinham documentos e detalhes sobre medidas cautelares em andamento que deveriam correr sob segredo de Justiça. Essas informações envolviam investigações contra membros de organizações criminosas que atuam no estado.
Para conseguir o acesso aos dados confidenciais, o grupo subornava um funcionário público.
O servidor utilizava as credenciais e o acesso institucional para consultar e fazer o download de processos sigilosos que tramitavam tanto na primeira instância quanto no segundo grau do Tribunal de Justiça.
A polícia também identificou uma brecha no sistema. Parte das ações judiciais consultadas indevidamente estava com a classificação de sigilo incorreta no sistema, o que facilitou o acesso e a extração dos dados por parte do servidor público, segundo as investigações.
Investigação e crimes apurados
Os mandados foram expedidos pelo Juízo da Vara de Juiz de Garantias da Região Metropolitana de Belém, após o pedido formalizado pela Ficco/PA.
A investigação apura crimes ocorridos entre os meses de novembro e dezembro de 2025. Entre os principais delitos investigados estão:
Violação de sigilo funcional qualificada
Corrupção passiva majorada
A FICCO/PA, responsável pela operação, é uma força-tarefa de segurança pública que reúne esforços de diferentes órgãos de segurança. A composição conta com a atuação conjunta da Polícia Federal (PF), Polícia Civil do Pará (PCPA) e Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap).
Segundo a PF, o foco da força integrada é descentralizar e intensificar o enfrentamento às facções e organizações criminosas em território paraense por meio de ações de inteligência.
Fonte: g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 16/07/2026/07:15:53
O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:
Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com
Cassinos no exterior: mudanças positivas e lições para o Brasil

