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Vai viajar para a Copa de 2026? Veja quais vacinas precisa

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A contagem regressiva para a Copa do Mundo de 2026 já movimenta turistas de diferentes países, mas, além de passaporte, ingressos e hospedagem, um outro item começa a ganhar importância entre os preparativos: a carteira de vacinação.

Com jogos distribuídos entre Estados Unidos, Canadá e México, profissionais da saúde alertam que ambientes com grande circulação de pessoas favorecem a transmissão de doenças respiratórias e infecciosas, especialmente em aeroportos, estádios e atrações turísticas.

A recomendação é que os viajantes revisem a situação vacinal com antecedência, principalmente idosos, imunossuprimidos e pessoas com doenças crônicas. Entre as vacinas mais indicadas para quem pretende acompanhar o torneio estão influenza, Covid-19, tríplice viral, hepatite A e B, meningite e febre amarela.

A orientação é que a atualização seja feita semanas antes da viagem, já que algumas doses exigem tempo para garantir proteção adequada.

Mesmo sem exigência obrigatória de vacinas específicas para entrada nos três países-sede, a preocupação com doenças respiratórias segue em alta. Isso porque a circulação internacional de turistas aumenta o risco de contato com vírus e infecções contagiosas.

O sarampo, por exemplo, continua sendo motivo de atenção entre especialistas devido à facilidade de transmissão em locais fechados e aglomerados.

Medidas de precaução

Além das vacinas, medidas simples também são consideradas importantes durante a viagem, como higienização frequente das mãos, uso de álcool em gel e atenção redobrada em ambientes lotados. Em alguns casos, o uso de máscara em espaços fechados ou com grande concentração de pessoas também pode ajudar na prevenção.

Para quem possui doenças cardiovasculares ou outras condições de saúde, os cuidados devem ser ainda maiores. Infecções respiratórias podem provocar agravamento de quadros clínicos e aumentar o risco de complicações durante a viagem.

Algumas infecções podem desencadear descompensação da insuficiência cardíaca, infarto, arritmias, acidente vascular cerebral (AVC) e maior risco de hospitalização.

Por isso, a recomendação inclui acompanhamento médico antes do embarque e contratação de seguro saúde internacional.

Fonte: Diário do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 19/05/2026/10:30:21

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