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CPMI do INSS: veja como cada parlamentar votou na análise que rejeitou relatório

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A rejeição do relatório contou com votos de parlamentares da base governista e do Centrão. Já os favoráveis ao texto fazem oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Congresso.

O relatório de Gaspar recomendava o indiciamento de mais de 200 pessoas. Entre elas, parlamentares, ex‑ministros, dirigentes de estatais e entidades associativas, além do filho do presidente da República, o empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como “Lulinha”

Veja a seguir a lista dos deputados contrários e favoráveis ao relatório:

A favor (12 votos)

  1. Magno Malta (PL-ES), senador
  2. Marcio Bittar (PL-AC), senador
  3. Izalci Lucas (PL-DF), senador
  4. Eduardo Girão (Novo-CE), senador
  5. Rogério Marinho (PL-RN), senador
  6. Damares Alves (Republicanos-DF), senadora
  7. Coronel Fernanda (PL-MT), deputada
  8. Coronel Chrisóstomo (PL-RO), deputado
  9. Marcel Van Hattem (Novo-RS), deputado
  10. Alfredo Gaspar (União-AL), deputado e relator da CPMI
  11. Bia Kicis (PL-DF), deputada
  12. Adriana Ventura (Novo-SP), deputada

Contra (19 votos)

  1. Soraya Thronicke (Podemos-MS), senadora
  2. Randolfe Rodrigues (Rede-AP), senador
  3. Jaques Wagner (PT-BA), senador
  4. Eliziane Gama (PSD-MA), senadora
  5. Humberto Costa (PT-PE), senador
  6. Jussara Lima (PSD-PI), senadora
  7. Rogério Carvalho (PT-SE), senador
  8. Augusta Brito (PT-CE), senadora
  9. Teresa Leitão (PT-PE), senadora
  10. Meire Serafim (União Brasil-AC), deputada
  11. Átila Lira (PP-PI), deputado
  12. Orlando Silva (PCdoB-SP), deputado
  13. Rogério Correia (PT-MG), deputado
  14. Ricardo Ayres (Republicanos-TO), deputado
  15. Alencar Santana (PT-SP), deputado
  16. Paulo Pimenta (PT-RS), deputado
  17. Lindbergh Farias (PT-RJ), deputado
  18. Neto Carletto (Avante-BA), deputado
  19. Dorinaldo Malafaia (PDT-AP), deputado

Sessão durou quase 16 horas

 

A sessão da CPMI teve 15 horas e 30 minutos de duração. Começou às 9h44 desta sexta-feira (27) e foi encerrada às 01h14 deste sábado.

O colegiado chega ao fim neste sábado, após sete meses de trabalhos, sem ter um documento formal.

Após a derrubada do relatório de Gaspar, o presidente da CPMI, Carlos Viana (Podemos-MG), não quis colocar em votação um relatório elaborado por governistas, que pedia o indiciamento de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), entre outras pessoas.

Após o encerramento da sessão, o presidente da CPMI afirmou que uma cópia do relatório de Gaspar será enviada para o Supremo Tribunal Federal (STF), a Procuradoria-Geral da República (PGR) e órgãos de fiscalização e investigação.

 

A CPMI foi criada para apurar suspeitas de descontos irregulares aplicados a benefícios previdenciários, especialmente por entidades associativas, sem autorização dos aposentados e pensionistas.

O requerimento para criação da comissão foi apresentado em 2025, após investigações da Polícia Federal (PF) e da Controladoria-Geral da União (CGU) apontarem um esquema bilionário de cobranças indevidas.

A CPMI foi instalada em 20 de agosto de 2025, com a eleição do senador Carlos Viana para a presidência e a designação do deputado Alfredo Gaspar para a relatoria.

Os trabalhos começaram oficialmente na semana seguinte, em 26 de agosto, quando os parlamentares aprovaram o plano de trabalho e os primeiros requerimentos.

Ao longo de cerca de seis meses, a comissão ouviu servidores do INSS, representantes de entidades investigadas, aposentados atingidos pelos descontos, além de integrantes da PF, da CGU e do Ministério da Previdência.

As investigações apontaram fragilidades no sistema de autorização dos descontos e falhas de fiscalização.

Durante os trabalhos, a CPMI também aprovou quebras de sigilo bancário, fiscal e telemático de investigados e acumulou milhares de páginas de documentos, além de relatórios enviados por órgãos de controle.

Nas últimas semanas, os trabalhos da comissão ficaram marcados por um impasse sobre a continuidade da investigação. O prazo final da CPMI se aproximava do fim sem a conclusão do relatório, o que levou aliados do relator a defenderem uma prorrogação.

O tema chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF), que analisou a legalidade da prorrogação. Por maioria, a Corte derrubou a extensão do prazo, ao entender que a Constituição garante à minoria parlamentar o direito de criar CPIs, mas não trata da prorrogação, que deve seguir regras do Congresso.

Fonte: G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 28/03/2026/08:24:49

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