A formatura de uma turma de Engenharia Civil, em Santarém, oeste do Pará, foi marcada por uma história que chamou a atenção do público e dos próprios colegas. Aos 71 anos, Tomaz Ferreira concluiu o curso e recebeu a carteirinha profissional, simbolizando o início oficial de sua atuação como engenheiro civil.
A conquista representa o encerramento de um ciclo de anos de estudo, esforço e disciplina. Para Tomaz, a ligação com a construção civil vem de longa data, ainda da convivência com o irmão em obras, experiência que despertou o interesse pela área e o levou a buscar a formação acadêmica.
Ao relembrar a trajetória, ele destacou que a rotina foi intensa e exigiu renúncias diárias, conciliando trabalho e faculdade. “A gente chegava do trabalho, tomava um banho, fazia um lanche e vinha pra faculdade. Dez horas voltava pra casa. Isso todo dia. É pra quem quer e se dedica”, afirmou o engenheiro civil.
Presente em todas as etapas dessa caminhada, a esposa, Vera Vania Seade, acompanhou de perto os desafios e as decisões necessárias para que o objetivo fosse alcançado. Ela explicou que, em determinado momento, foi preciso priorizar os estudos e abrir mão de viagens a trabalho. “Se o objetivo era concluir a faculdade, a gente dava um jeito. Ele ficou na cidade e hoje está recebendo o prêmio que conquistou com muito esforço”, relatou.
A entrega da carteirinha ocorreu durante a solenidade de formatura de vários cursos. No caso da Engenharia Civil, o documento autoriza imediatamente o exercício profissional. A presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Pará (Crea-PA), Adriana Falconeri, ressaltou a importância desse momento para a sociedade. Segundo ela, a instituição transforma o bacharel em engenheiro habilitado a atuar legalmente.
Adriana Falconeri também destacou o papel estratégico da engenharia no desenvolvimento. Ela lembrou que a presença de engenheiros está diretamente ligada à melhoria da infraestrutura e à superação de déficits históricos, como o saneamento básico no Pará. “Onde tem engenheiro, tem desenvolvimento. Precisamos de mais profissionais para mudar esses índices”, afirmou.
A história de Tomaz Ferreira simboliza mais do que uma formatura tardia. Ela representa o esforço coletivo de quem enfrentou obstáculos, contou com apoio familiar e decidiu não desistir.
Fonte: G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 07/02/2026/10:20:52
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