GERALPARÁ

Idosa se recusa a pagar ‘taxa do crime’, é morta e operação prende 15 em Ananindeua

A Polícia Civil do Pará deflagrou a operação “Creuza” para investigar a morte de uma comerciante em Ananindeua. A ação resultou em 15 presos e teve desdobramentos em Santa Catarina e São Paulo.

Compartilhe
image_pdfDOWNLOAD EM PDFimage_printIMPRIMIR PUBLICAÇÃO

A morte a tiros de uma comerciante de 65 anos, em Ananindeua, levou a Polícia Civil do Pará a deflagrar, nesta quinta-feira (8), a operação “Creuza”, com ações simultâneas no Pará, em Santa Catarina e em São Paulo. A ofensiva resultou em 15 presos, segundo as informações divulgadas sobre a operação. Alvos abordados nos dois estados do Sul e Sudeste reagiram à ação policial, foram baleados e morreram.

A operação cumpriu mandados de prisão preventiva, busca e apreensão domiciliar e outras medidas cautelares expedidas pela Vara do Tribunal do Júri de Ananindeua. A investigação é conduzida pela Delegacia de Homicídios Metropolitana (DHM), vinculada à Divisão de Homicídios da Polícia Civil.

Comerciante foi morta a tiros no Coqueiro

A investigação apura o assassinato de Creuza Paula de Souza Tavares, de 65 anos, executada em 7 de fevereiro de 2025 enquanto trabalhava em sua loja de roupas, no bairro do Coqueiro, em Ananindeua.

Segundo o delegado Cleiton Lopes, responsável pelo inquérito, o crime teria sido motivado por dois fatores: a amizade da comerciante com policiais que atuavam na região e a recusa em pagar a chamada “taxa do crime”, uma cobrança extorsiva atribuída a integrantes de uma organização criminosa contra comerciantes locais.

De acordo com a Polícia Civil, integrantes da facção teriam determinado a morte da vítima. Antes do assassinato, os suspeitos teriam monitorado a rotina da comerciante durante vários dias.

Um dos elementos destacados pelos investigadores foi o uso de uma chamada de vídeo em grupo de aplicativo de mensagens durante a execução. Conforme a polícia, outros integrantes da organização criminosa teriam acompanhado o assassinato à distância.

A investigação também permitiu identificar grupos de mensagens utilizados, segundo a polícia, para planejar, coordenar e executar ações criminosas.

Antônio Jardim Gomes foi morto em Novo Repartimento após discussão sobre o resultado das eleições presidenciais. Ananias Sotero de Oliveira é apontado como suspeito e procurado pela polícia.

VIOLÊNCIA EXTREMA

Homem é assassinado com seis tiros após perder aposta eleitoral envolvendo caminhonete no Pará
O que se sabe sobre o homem preso em Belém após encontros com homens casados

VAI SAIR O LISTÃO?

Lista com 80 homens casados: o que se sabe sobre o caso que levou à prisão de “Cavalo”

Operação teve ações em três estados

As equipes cumpriram mandados no Pará, em Santa Catarina e em São Paulo. No território paraense, as diligências resultaram na apreensão de substâncias entorpecentes, munições de arma de fogo e outros objetos de possível origem ilícita.

Em Santa Catarina e São Paulo, alvos da operação reagiram à abordagem policial, foram atingidos por disparos e morreram, segundo a Polícia Civil.

De acordo com o diretor da Divisão de Homicídios, delegado Marco Antonio, todos os investigados teriam vínculos com uma facção criminosa apontada como responsável por diferentes delitos na Região Metropolitana de Belém.

Dois dos alvos foram identificados pela investigação como lideranças da organização, com atuação principalmente nos bairros do Coqueiro e Cidade Nova, em Ananindeua. Segundo o delegado, eles são apontados como responsáveis por coordenar extorsões contra comerciantes, atentados e homicídios, inclusive contra agentes públicos.

Investigações continuam

A operação contou com o apoio de unidades especializadas da Polícia Civil do Pará, da Polícia Militar de São Paulo e da Polícia Civil de Santa Catarina.

Os presos e os materiais apreendidos foram encaminhados às unidades policiais para os procedimentos cabíveis e permanecem à disposição do Poder Judiciário.

A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar e localizar outros possíveis envolvidos no assassinato de Creuza e nas atividades criminosas apuradas.

Fonte:DIARIO DO PARÁ e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 10/10/2026/16:14:40

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

Botão Voltar ao topo