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TRE-RJ retotaliza votos neste sábado e deve confirmar vitória de Ruas no 1º turno; entenda

Procedimento está marcado para as 15h, após o TSE anular 274.411 votos de Anthony Garotinho. Eduardo Paes desistiu de recorrer depois de o STF negar pedido para suspender a decisão.

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A deputada eleita Ana Elisa Santos Silva (PT), de 21 anos, desativou sua conta no X, antigo Twitter, depois de receber ameaças de morte e de estupro. A decisão ocorreu na noite de quinta-feira (8).

Eleita a deputada federal mais jovem de Minas Gerais, Ana Elisa publicou um vídeo no Instagram para explicar a situação. Segundo ela, as ameaças chegavam a cada dois minutos.

“Eu acredito que ninguém mereça sofrer ameaça de morte por estar politicamente engajado e tentando defender o que acha melhor para o país. A minha equipe desativou a minha conta no Twitter porque nós estávamos recebendo ameaça de morte a cada dois minutos. Ameaça de morte e ameaça de estupro”, declarou Ana Elisa.

No mesmo vídeo, ela apontou políticos da oposição como responsáveis pela disseminação de conteúdos falsos e montagens que, segundo ela, incentivaram os ataques. Os citados foram Nikolas Ferreira (PL), Gleidson Azevedo (Republicanos) e Eduardo Azevedo (Republicanos).

As assessorias dos três parlamentares ainda não se manifestaram sobre as acusações. Além disso, a deputada eleita manifestou preocupação com sua própria segurança.

“Eu estou totalmente vulnerável, por enquanto não tenho uma força-tarefa de segurança”, afirmou.

As ameaças, contudo, não começaram após a eleição.

Durante a campanha, Ana Elisa também foi alvo de ameaças de morte, de violência sexual e de ataques racistas. A jovem, natural de Divinópolis, registrou boletim de ocorrência na Polícia Civil, que investiga o caso.

Em 5 de setembro, ela recebeu um e-mail cujo autor se identificou como integrante de um grupo supremacista branco.

No texto, o remetente citou dados pessoais da deputada para demonstrar que sabe como localizá-la e, ainda, ameaçou sua família. O conteúdo do e-mail expõe ódio explícito contra mulheres negras.

Em um trecho divulgado por Ana Elisa, o autor escreveu: “Nós não apenas toleramos mulheres pretas que acham que podem representar o povo. Nós os desprezamos. E especificamente, nós desprezamos você.”

Por fim, o remetente fez ameaças diretas à vida da deputada: “Decidi que você merece o fim mais humilhante da sua carreira política antes de eu pôr um fim na sua miserável vida inteira.”

A equipe de Ana Elisa informou, também nas redes sociais, que as providências policiais e judiciais já foram adotadas. Entre as medidas, está a investigação para identificar o autor do e-mail.

A deputada eleita Ana Elisa Santos Silva (PT), de 21 anos, desativou sua conta no X, antigo Twitter, depois de receber ameaças de morte e de estupro. A decisão ocorreu na noite de quinta-feira (8).

Eleita a deputada federal mais jovem de Minas Gerais, Ana Elisa publicou um vídeo no Instagram para explicar a situação. Segundo ela, as ameaças chegavam a cada dois minutos.

“Eu acredito que ninguém mereça sofrer ameaça de morte por estar politicamente engajado e tentando defender o que acha melhor para o país. A minha equipe desativou a minha conta no Twitter porque nós estávamos recebendo ameaça de morte a cada dois minutos. Ameaça de morte e ameaça de estupro”, declarou Ana Elisa.

No mesmo vídeo, ela apontou políticos da oposição como responsáveis pela disseminação de conteúdos falsos e montagens que, segundo ela, incentivaram os ataques. Os citados foram Nikolas Ferreira (PL), Gleidson Azevedo (Republicanos) e Eduardo Azevedo (Republicanos).

As assessorias dos três parlamentares ainda não se manifestaram sobre as acusações. Além disso, a deputada eleita manifestou preocupação com sua própria segurança.

“Eu estou totalmente vulnerável, por enquanto não tenho uma força-tarefa de segurança”, afirmou.

As ameaças, contudo, não começaram após a eleição.

Durante a campanha, Ana Elisa também foi alvo de ameaças de morte, de violência sexual e de ataques racistas. A jovem, natural de Divinópolis, registrou boletim de ocorrência na Polícia Civil, que investiga o caso.

Em 5 de setembro, ela recebeu um e-mail cujo autor se identificou como integrante de um grupo supremacista branco.

No texto, o remetente citou dados pessoais da deputada para demonstrar que sabe como localizá-la e, ainda, ameaçou sua família. O conteúdo do e-mail expõe ódio explícito contra mulheres negras.

Em um trecho divulgado por Ana Elisa, o autor escreveu: “Nós não apenas toleramos mulheres pretas que acham que podem representar o povo. Nós os desprezamos. E especificamente, nós desprezamos você.”

Por fim, o remetente fez ameaças diretas à vida da deputada: “Decidi que você merece o fim mais humilhante da sua carreira política antes de eu pôr um fim na sua miserável vida inteira.”

A equipe de Ana Elisa informou, também nas redes sociais, que as providências policiais e judiciais já foram adotadas. Entre as medidas, está a investigação para identificar o autor do e-mail.

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