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Suspeita de abusar de padrasto cita transfobia e ‘maconha turbinada’

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Em depoimento prestado à polícia, a investigada afirmou ter consumido uma modalidade de ‘maconha turbinada’ antes das agressões. Ela relatou ainda que o idoso mantinha um relacionamento com a mãe dela há cerca de cinco anos e que sofria transfobia por parte da vítima, alegando que o homem nunca aceitou a sua identidade de gênero.

Durante o interrogatório, a mulher declarou não se recordar de ter praticado atos sexuais contra o padrasto, tampouco de ter mordido as orelhas ou desferido as mutilações contra a vítima. Entretanto, as alegações da suspeita divergem dos laudos periciais e das constatações policiais efetuadas no local do crime. De acordo com o titular do 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP), delegado Cícero Túlio, exames preliminares indicam que o idoso sofreu abuso sexual e severa tortura física. Ainda segundo a polícia, a mulher teria introduzido os dedos nas cavidades oculares da vítima, causando graves lesões e a destruição dos globos oculares.

“A suspeita devorou as orelhas, arrancou os olhos e estuprou a vítima”, afirmou o delegado sobre a gravidade dos fatos apurados.

Durante o ataque, o idoso conseguiu se desvencilhar da suspeita e correu em direção à sacada do apartamento para tentar escapar.

Na fuga, ele caiu do terceiro andar do edifício e ficou sobre o telhado de um imóvel vizinho. O idoso permanece internado em estado grave em uma unidade hospitalar da capital. Ele teve perda dos globos oculares e das orelhas arrancadas por mordidas da mulher .

A mulher trans permanece presa e à disposição da Justiça, respondendo por cárcere privado, tortura, estupro de vulnerável e tentativa de homicídio qualificado. O inquérito policial segue em andamento no 1º DIP para a conclusão das investigações.

Fonte: d24am e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 24/09/2026/07:10:45

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