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Influenciadora morta em Mãe do Rio recebeu alerta para fugir para o Rio de Janeiro 

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Influenciadora morta em Mãe do Rio recebeu alerta para fugir para o Rio de Janeiro Influenciadora morta em Mãe do Rio recebeu alerta para fugir para o Rio de Janeiro Influenciadora morta em Mãe do Rio recebeu alerta para fugir para o Rio de Janeiro Influenciadora morta em Mãe do Rio recebeu alerta para fugir para o Rio de Janeiro

A morte da influenciadora Evelyn Dantas, investigada pela participação na morte de um policial militar, em Mãe do Rio, no Pará, ganhou um novo desdobramento: um suposto print de uma conversa no WhatsApp que aponta que criminosos parceiros alertaram a jovem sobre a execução dela em Mãe do Rio, na quarta-feira, 16.

“Liberdade cantou, como tá a visão?”, teria perguntado Evelyn a um comparsa. “Tá esperta na tua área? Os pnc do TCP tão querendo ganhar território”, responde. “Tô ligada, qual o papo deles?”, questiona a “influenciadora”. A resposta é direta: “tenta sair fora daí, vem pra Penha”.

O que é TCP?

“TCP” seria da facção Terceiro Comando Puro, pichada na casa onde Evelyn foi assassinada. A facção é rival do Comando Vermelho, que tem base no Complexo de Israel, um conjunto de cinco comunidades na zona norte do Rio de Janeiro.

A Penha é outro complexo no Rio de Janeiro, mas que funciona como uma das principais bases e o “coração” do Comando Vermelho, facção na qual Evelyn supostamente fazia parte e que autora do assassinato do policial militar em Mãe do Rio.

Na madrugada desta quarta, dois homens invadiram a residência onde ela morava, arrastaram a jovem para a frente do imóvel e efetuaram diversos disparos. Antes de fugir em um carro, os suspeitos picharam a sigla de uma facção na parede.

11 mortes após o assassinato do policial

Além dela, outras 10 pessoas foram mortas em confrontos policiais após o assassinato do sargento da reserva Antônio Anildo Alves, conhecido como “Boçal”.

As primeiras mortes aconteceram durante operação para identificar suspeitos envolvidos na execução do sargento Alves, registrada no final da tarde do dia 29 de julho, em frente a um supermercado no centro de Mãe do Rio.

A escalada de violência atravessou outras cidades paraenses, onde investigados morreram confronto com a polícia. A última morte foi a da influenciadora, esta, porém, com suposta retaliação de outra facção. O caso segue investigado pela Polícia Civil.

A Polícia Civil do Pará investiga o caso. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre a autoria ou a motivação do crime.

Fonte: Diário do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 17/09/2026/07:22:03

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