GERALPARÁ

Usina de Tucuruí reforça monitoramento após tremores no Pará

Estrutura é monitorada diariamente e conta com mais de 1,6 mil instrumentos de segurança. Em junho, quatro tremores de baixa magnitude foram registrados no município.

Compartilhe
image_pdfDOWNLOAD EM PDFimage_printIMPRIMIR PUBLICAÇÃO

A atividade teve como objetivo avaliar o funcionamento dos sistemas de segurança do empreendimento e verificar as condições da estrutura da barragem.

Os tremores, de baixa magnitude, deixaram moradores preocupados com a possibilidade de impactos na barragem. Para acompanhar a situação, a Prefeitura de Tucuruí, o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil Municipal criaram uma comissão para monitorar permanentemente a atividade sísmica na região.

A usina possui barragens que chegam a 95 metros de altura. O reservatório tem capacidade para armazenar mais de 50 bilhões de metros cúbicos de água.

Por causa do tamanho da estrutura, o sistema de segurança é acompanhado diariamente. O trabalho inclui inspeções de campo, coleta de dados e o monitoramento de centenas de equipamentos instalados em diferentes pontos da usina.

Segundo Jeferson Henrique, gerente do Departamento de Segurança de Barragens, são mais de 1,6 mil instrumentos utilizados para acompanhar as condições da estrutura.

“Aqui em Tucuruí, a gente tem mais de 1.600 instrumentos que são monitorados rotineiramente, que nos fornecem informações para aferir a segurança e a saúde da estrutura”, explicou.

Os equipamentos permitem acompanhar, entre outros parâmetros, a pressão da água e possíveis movimentações da estrutura. Os dados coletados são analisados pelas equipes responsáveis pela segurança da usina.

Durante a simulação, foram avaliados os procedimentos e protocolos adotados para garantir a segurança do empreendimento diante de possíveis ocorrências.

De acordo com Antônio Pardauil, presidente da Axia Energia, empresa responsável pela operação da usina, a estrutura é considerada segura e passa por monitoramento permanente.

“O processo é seguro, estável e monitorado 24 horas por dia. A usina é segura e os processos que nós administramos atendem a todos os critérios de transparência e segurança”, afirmou.

Por que ocorre

Especialistas ressaltam que tremores de baixa magnitude são relativamente comuns no Brasil, inclusive no Pará, e ocorrem com frequência semanal em diferentes regiões.

A maior parte desses sismos é tão fraca que quase não é percebida pela população.

Fonte: g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 13/08/2026/16:57:31

O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:

Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br   e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

Botão Voltar ao topo

Adblock detectado

Por favor, desative o bloqueador de pop-up para abrir o complemento.