De acordo com o comandante do 18º BPM, major Leonardo Dutra, as buscas começaram ainda na noite de terça, logo após a corporação tomar conhecimento do desaparecimento. As equipes realizaram diligências até tarde da noite, mas sem sucesso.
Já pela manhã, uma informação levou os policiais até o bairro Pajussara, onde a criança foi localizada em uma residência. Segundo a PM, uma mulher que acolheu a criança informou que ela chegou ao local ainda durante a noite, mas que não sabia do desaparecimento divulgado nas redes sociais.
Após o resgate, a Polícia Militar acionou o Conselho Tutelar e realizou uma primeira escuta especializada da vítima. O pai e a madrasta da criança foram localizados e encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil, onde devem prestar esclarecimentos.
Ainda segundo o major Dutra, os relatos feitos pela criança causaram preocupação às autoridades.
“O natural é uma criança ter o lar como algo seguro, como algo de proteção. E o que ela relatou nos trouxe preocupação”, afirmou o comandante.
A PM também informou que recebeu relatos da escola frequentada pela criança. Conforme o levantamento inicial, ela teria saído da unidade escolar, entrado em um ônibus e não retornado para casa.
O Conselho Tutelar acompanha o caso. A conselheira tutelar Lua Canísia Vasconcelos informou que a criança relatou possíveis situações de violência doméstica, mas ressaltou que caberá à Polícia Civil investigar os fatos.
Segundo a conselheira, também foram constatados hematomas no corpo da criança, que deverá passar por exames e procedimentos necessários para apuração do caso.
“O Conselho Tutelar está dando apoio por conta da proteção dela. Há uma suspeita de violência doméstica, porém cabe à Polícia Civil apurar os fatos”, destacou Lua Canísia.
A Polícia Civil deve investigar as circunstâncias do desaparecimento e os relatos apresentados pela criança.
Fonte: g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 15/05/2026/06:24:08
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