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Cesta básica dispara e já ultrapassa R$ 727 em Belém neste ano

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Pará – O custo da cesta básica voltou a pesar no bolso dos moradores de Belém. Segundo levantamento divulgado pelo DIEESE/PA em parceria com a Conab, o valor do conjunto de alimentos básicos chegou a R$ 727,70 em abril deste ano, registrando alta de 3,86% em comparação ao mês anterior.

Com o novo reajuste, o acumulado dos quatro primeiros meses de 2026 já alcança aumento de 9,17%, índice acima da inflação estimada para o mesmo período. O cenário reforça a pressão no orçamento das famílias paraenses, principalmente com os gastos relacionados à alimentação.

Entre os produtos que mais subiram no mês de abril, o destaque ficou para o tomate, que registrou alta de 14,41%. Também tiveram aumentos expressivos o óleo de soja (8,76%), arroz agulhinha (6,31%) e feijão carioca (3,90%).

Outros itens bastante consumidos no dia a dia também ficaram mais caros, como leite integral, banana prata, carne bovina de primeira, manteiga e pão francês.

Veja os produtos que ficaram mais caros e mais baratos

Produto Variação em abril

  • Tomate +14,41%
  • Óleo de soja +8,76%
  • Arroz agulhinha +6,31%
  • Feijão carioca +3,90%
  • Leite integral +3,55%
  • Banana prata +2,99%
  • Carne bovina +1,88%
  • Manteiga +1,46%
  • Pão francês +0,95%
  • Café em pó -2,42%
  • Farinha de mandioca -0,24%
  • Açúcar cristal 0,00%

O que ficou mais barato

Apesar da alta geral da cesta básica, alguns produtos apresentaram redução nos preços em abril. O principal recuo foi registrado no café em pó, que caiu 2,42% no mês.

A farinha de mandioca, alimento tradicional na mesa dos paraenses, também teve leve queda de 0,24%. Já o açúcar cristal manteve estabilidade e não apresentou variação de preço.

No acumulado do ano, o produto que mais disparou foi o feijão carioca, com aumento de 54,91% entre janeiro e abril. O tomate também acumula forte alta no período, chegando a 43,25%.

Por outro lado, alguns itens tiveram queda mais significativa no quadrimestre, como a farinha de mandioca (-20,96%), óleo de soja (-11,87%) e café em pó (-5,26%).

Alta supera inflação

Outro dado que chama atenção é que a alta acumulada da cesta básica em Belém, de 9,17%, ficou muito acima da inflação estimada para o período, que gira em torno de 2%.

Isso significa que os alimentos básicos subiram em ritmo muito maior do que outros produtos e serviços da economia, aumentando a dificuldade das famílias para manter o orçamento equilibrado.

Mesmo com a redução registrada em alguns produtos, os aumentos em itens essenciais como feijão, tomate e carne acabaram mantendo o custo da alimentação em trajetória de alta.

Peso no bolso das famílias

Segundo o levantamento, o trabalhador paraense precisou comprometer cerca de 48,53% do salário mínimo apenas para comprar os itens da cesta básica.

O estudo aponta ainda que foram necessárias aproximadamente 98 horas e 46 minutos de trabalho para garantir os alimentos básicos no mês de abril.

Para uma família formada por dois adultos e duas crianças, o gasto mensal estimado apenas com alimentação básica chegou a R$ 2.183,10 em Belém.

Segundo o DIEESE, depois da compra da cesta básica, sobra pouco mais da metade do salário mínimo para despesas como aluguel, energia elétrica, transporte, saúde e educação.

Belém entre as mais caras do Norte

Entre as capitais da Região Norte, Belém aparece entre os maiores custos da cesta básica em abril de 2026, ficando atrás apenas de Palmas.

No ranking nacional, São Paulo registrou a cesta básica mais cara do país, chegando a R$ 906,14.

O DIEESE também estima que o salário mínimo necessário para sustentar uma família de quatro pessoas deveria ser de R$ 7.612,49, valor equivalente a quase cinco vezes o salário mínimo atual de R$ 1.621,00.

Segundo o órgão, os dados mostram que o rendimento oficial ainda segue insuficiente para cobrir todas as despesas essenciais das famílias brasileiras diante da alta dos alimentos básicos.

Fonte: Diário do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 11/05/2026/14:39:27

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