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Com 80 mil ipês coloridos e 70 parques, foi premiada pela ONU como a “Cidade Árvore do Mundo” e encanta com mais de 1 milhão delas

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Entre junho e setembro, Goiânia se transforma em galeria a céu aberto. São 80 mil ipês coloridos distribuídos por uma “Cidade Árvore do Mundo” que abriga 70 parques e soma mais de um milhão de árvores no coração do Cerrado.

Por que a ONU premiou a capital goiana?

Em 2023, a capital goiana recebeu o título Tree Cities of the World, concedido pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) em parceria com a Arbor Day Foundation. O reconhecimento é entregue a municípios que mantêm programas contínuos de gestão sustentável da floresta urbana.

A Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma) mantém uma Gerência de Arborização Urbana dedicada ao plantio, à poda e à substituição de espécies exóticas por nativas do Cerrado como ipês, pau-ferro e pata-de-vaca.

O Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou Goiânia como a 2ª capital mais arborizada do país, com 89,6% dos domicílios situados em vias com árvores, atrás apenas de Campo Grande.

Quase recebeu outro nome. Em concurso do jornal O Social realizado em 1933, “Petrônia” venceu “Goiânia” na apuração, segundo a Casa Civil de Goiás. Pedro Ludovico escolheu “Goiânia” mesmo assim, e oficializou o nome por decreto em 2 de agosto de 1935.

O traçado em forma de cruz ainda define o Centro, e o conjunto arquitetônico em estilo Art Déco preserva prédios tombados como o Palácio das Esmeraldas, o Teatro Goiânia e o antigo Grande Hotel. É um dos maiores acervos do estilo na América Latina.

Goiânia, a capital de Goiás, é reconhecida mundialmente por ser uma das cidades mais arborizadas e oferece um roteiro que mistura grandes áreas verdes, arquitetura histórica e uma gastronomia marcante. O vídeo do canal “Viajando e Passeando” detalha os principais pontos da cidade:

O que visitar na capital do Cerrado?

Os 70 parques da cidade são o principal convite ao turista. A maioria fica a poucos minutos do Centro e funciona como ponto de encontro entre moradores e visitantes.

Parque Flamboyant: ao lado do Jardim Goiás, reúne dois lagos, pista de caminhada e feira orgânica aos sábados pela manhã.
Bosque dos Buritis: o parque mais antigo da cidade, no Setor Oeste, tem três lagos e fauna do Cerrado circulando entre os buritis centenários.
Parque Vaca Brava: 79.800 m² de área verde no Setor Bueno, com lago central, pistas de caminhada e pequena mata nativa.
Lago das Rosas: inaugurado nos anos 1940, abriga o Parque Zoológico de Goiânia e é um dos cartões-postais mais antigos.
Centro Cultural Oscar Niemeyer: complexo cultural projetado pelo arquiteto no Setor Fazenda Gameleira, com teatro, biblioteca e mirante.
A cozinha que virou patrimônio do estado
A culinária goiana mistura influências indígenas, portuguesas e africanas, e muitos pratos foram reconhecidos como patrimônio cultural imaterial pela Assembleia Legislativa de Goiás (ALEGO). Em Goiânia, pamonharias e restaurantes de comida caseira concentram o melhor da tradição.

Empadão goiano: torta de massa fininha recheada com frango, queijo, linguiça, palmito, guariroba e azeitona. É o prato mais pedido da cidade.
Pamonha: doce ou salgada, com versões à moda (linguiça, queijo e pimenta) vendidas em pamonharias tradicionais.
Galinhada com pequi: arroz cozido com galinha caipira, pequi, guariroba e açafrão.
Chica doida: preparo com massa de milho, queijo, linguiça e temperos, criado em Quirinópolis e consagrado patrimônio imaterial em 2022.
Com 80 mil ipês coloridos e 70 parques, foi premiada pela ONU como a “Cidade Árvore do Mundo” e encanta com mais de 1 milhão delas.

Fonte: CorreioBrazilience e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 24/04/2026/12:23:19

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