A segurança nas águas e a prevenção de afogamentos voltaram a ser alvos de um alerta contundente por parte do Corpo de Bombeiros em Santarém e nos municípios vizinhos. Após um ano de 2025 marcado por 37 mortes, os primeiros meses de 2026 já contabilizam cinco ocorrências fatais, reforçando a necessidade urgente de cuidados básicos por parte da população que utiliza os rios para lazer e transporte.
De acordo com o balanço da corporação, as cinco fatalidades deste ano ocorreram entre janeiro (três casos) e fevereiro (dois casos). O Tenente Marcos Monteiro explica que os números abrangem a área de atuação do 4º Grupamento de Bombeiros Militar (GBM), que cobre Santarém e mais 12 municípios.
Apesar de os dados iniciais de 2026 representarem uma ligeira redução proporcional face à média de três mortes por mês registada no ano passado, a corporação mantém a vigilância. “Caracteriza uma redução desse quantitativo de ocorrências, porém, nos dá um sinal amarelo, por quê? Nós estamos no período de transição do inverno amazônico para o verão amazônico. Então a nossa demanda ela tende a aumentar justamente no segundo semestre”, alertou o tenente.
O último caso de grande repercussão ocorreu no Rio Gurupatuba, em Monte Alegre, e resultou no desaparecimento de dois jovens: Shirley Lima, de 25 anos, e Gerlian Nascimento, de 22. Após mergulharem e não retornarem à superfície, as equipes de resgate realizaram varreduras, mas as buscas já foram encerradas sem que os corpos fossem encontrados.
Álcool e falta de colete
As autoridades de segurança são categóricas ao afirmar que a falta de cuidados básicos de segurança e o consumo de bebidas alcoólicas estão diretamente ligados aos acidentes.
Sobre o efeito da bebida, o Tenente Marcos Monteiro detalhou o impacto fisiológico no momento de nadar: “O que que o álcool faz? Ele acaba modificando, agindo no córtex pré-frontal de quem vai tá utilizando. Então a vítima ela acaba diminuindo a capacidade de julgamento, a coordenação motora dela acaba ficando dificultada. Então é um fator que aumenta muito essa preponderância de riscos”.
Outro dado alarmante partilhado pelo oficial é a ausência de equipamentos de flutuação entre as vítimas. “Cem por cento desses óbitos aí, desses dados estatísticos, as vítimas que vieram a óbito não estavam utilizando colete salva-vidas”, enfatizou.
Fonte: g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 22/04/2026/13:56:57
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