A reunião entre a Polícia Federal e autoridades do Serviço de Imigração e Controle de Aduanas (ICE) dos Estados Unidos já estava marcada, mesmo antes da informação de que Ramagem foi solto. O objetivo era discutir o caso e evitar que ele fosse libertado, o que acabou acontecendo antes do encontro.
Ramagem foi preso na segunda-feira (13), em Orlando, na Flórida, por questões migratórias. No mesmo dia, ele foi levado a um centro de detenção no Condado de Orange, na Flórida, onde ficou em uma cela separada.
A expectativa do governo federal era que Ramagem permanecesse preso durante negociações sobre uma eventual vinda para o Brasil, já que ele está foragido no país.
O ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) foi condenado a 16 anos de prisão no caso da trama golpista. Segundo o STF, ele instrumentalizou o órgão na tentativa de facilitar a tentativa de golpe para o manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder.
O documento seria entregue ao Enforcement and Removal Operations (ERO), divisão da polícia americana responsável por prisões de indivíduos que violam as leis de imigração.
Saída do Brasil
Segundo a Polícia Federal, Ramagem deixou o Brasil em setembro do ano passado por Roraima e entrou na Guiana de carro, de forma clandestina.
Ainda de acordo com as autoridades, ele atravessou a fronteira terrestre entre os dois países e seguiu até Georgetown, capital guianense. De lá, embarcou de avião para os Estados Unidos.
O documento que está sendo preparado deve destacar que essa ação, em 2025, se deu, inclusive, com o apoio de uma organização criminosa envolvida com garimpo ilegal.
“Não há necessidade de pedido específico de deportação. No nosso entendimento, caso os argumentos sejam aceitos [contidos no documento], a deportação é automática”, dizem os investigadores.
Fonte: g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 17/04/2026/07:13:40
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