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O que a psicologia diz sobre a diferença entre tristeza e depressão: ‘Vira uma bola de neve’

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Segundo especialistas, sentir tristeza faz parte da vida — e nem sempre é sinal de um transtorno. Mas quando esse sentimento persiste e começa a afetar diferentes áreas da rotina, é preciso atenção. A série “Sobre Nós”, com Felca, apresentou caminhos possíveis para enfrentar a depressão no Fantástico deste domingo (12).

“Esse desânimo, essa vontade de ficar na cama, a dificuldade de começar o dia podem estar ligados a uma fase de esgotamento, de estresse ou a um momento difícil”, explica a psicóloga Maria Paula Magalhães. “Às vezes, aconteceu algo — uma perda, um projeto que não deu certo — e é natural ficar triste. Faz parte da vida as coisas que não funcionam.”

Nesses casos, segundo ela, é importante se permitir sentir. “Pode viver a tristeza e conversar com ela. Por que eu estou triste, né? Eu estou chateado por alguma coisa? É uma emoção que vem. Assim como eu estou alegre e passa, a tristeza também passa”.

A diferença está na duração e na intensidade desses sentimentos. “Depressão é quando essa tristeza se instala e não vai embora. A pessoa pode passar mais de quinze dias chorando, sem conseguir reagir”, afirma a psicóloga.

Além do desânimo persistente, outros sinais podem surgir: falta de energia, dificuldade de concentração, alterações na memória e isolamento social. “Não dá vontade de falar com ninguém, a pessoa se afasta. E isso vai virando uma bola de neve, que interfere em várias esferas da vida”, diz.

Neste episódio do podcast Isso é Fantástico, você vai ouvir a conversa completa do influenciador Felca com a psicóloga Maria Paula Magalhães.

Fonte: g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 15/04/2026/07:54:28

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