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Criminosos transformam igreja em motel e boca de fumo

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A igreja que deveria ser espaço de fé e acolhimento foi transformada em ponto de tráfico de drogas em Petrópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro, em um caso que chocou moradores e ganhou repercussão nacional. Criminosos oriundos de Belford Roxo invadiram o local e passaram a utilizá-lo como “boca de fumo”, desvirtuando completamente a função religiosa do espaço.

Segundo informações das forças de segurança, o grupo criminoso ocupou a estrutura e passou a controlar o local, utilizando o interior da igreja para comercialização de entorpecentes e até práticas sexuais. A situação chegou a um nível extremo, com relatos de desrespeito ao ambiente religioso, incluindo atos de vandalismo e práticas ilícitas dentro do próprio altar.

A ação foi descoberta após trabalho de inteligência e denúncias, que levaram policiais do 26º BPM a deflagrar uma operação no local. Durante a intervenção, os agentes flagraram a atividade criminosa em andamento e prenderam cinco pessoas — três homens e duas mulheres — que estavam diretamente envolvidas no esquema.

Desarticulação do ponto de tráfico e prisões

Além das prisões, a operação resultou na desarticulação do ponto de tráfico instalado na igreja, com apreensão de materiais relacionados à atividade criminosa. A polícia destacou que o caso evidencia o avanço de facções que ocupam espaços urbanos de forma irregular, inclusive locais considerados simbólicos para a comunidade.

Moradores da região relataram medo e indignação diante da ocupação criminosa do espaço religioso, que teria sido impedido de funcionar normalmente durante o período em que esteve sob domínio dos traficantes. A retomada do local pelas forças de segurança representa, segundo autoridades, uma resposta direta à tentativa de expansão territorial do crime organizado.

Impacto e investigações contínuas

O caso segue sob investigação, e os presos devem responder por tráfico de drogas, associação criminosa e outros crimes relacionados. A ocorrência reforça o alerta para a ousadia das organizações criminosas e o impacto direto na vida das comunidades, especialmente quando estruturas públicas ou religiosas passam a ser utilizadas para atividades ilícitas.

Fonte: Diário do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 02/04/2026/14:20:20

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