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Michael Jackson teria abusado de criança na casa de Elton John

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O falecido astro conhecido como o Rei do Pop teve sua imagem diversas vezes arranhada por conta de acusações de abusos e envolvimento sexual com crianças ao longo de sua carreira. E a história ganha mais um capítulo.

Quatro irmãos da família Cascio moveram um novo processo contra o espólio de Michael Jackson. Dessa vez, eles acusam o cantor de tráfico sexual e detalham supostos abusos sofridos ao longo de uma década.

Marie Porte, Edward Cascio, Dominic Cascio e Aldo Cascio afirmam que o astro do pop cometeu crimes de tráfico sexual contra eles, além de terem supostamente sido vítimas de abuso durante aproximadamente dez anos.

O único irmão que não participa da ação é Frank Cascio. Segundo documentos obtidos pelo site TMZ, os irmãos alegam que Michael Jackson aplicou drogas neles, além de cometer estupro e agressão sexual contra cada um.

Essas violências teriam começado quando alguns deles tinham entre sete e oito anos de idade. Fora que os crimes teriam acontecido principalmente durante as turnês do cantor, já que a família Cascio era conhecida como a “segunda família” dele e viajava junto nos shows.

Abusos em casas de celebridades

Edward Cascio fez acusações específicas sobre locais onde os crimes teriam acontecido. Ele afirma que sofreu abusos em mansões de amigos famosos do cantor, como a propriedade de Elton John no Reino Unido e a casa de Elizabeth Taylor na Suíça.

O jornal Los Angeles Times procurou representantes do cantor britânico e do espólio da atriz, porém não obteve resposta de nenhum dos dois. Os irmãos também acusam funcionários de Michael Jackson de terem participado dos crimes de forma indireta.

Segundo o processo, a equipe do astro colocava os pais das crianças em quartos de hotel distantes dos filhos propositalmente. Assim, os adultos não saberiam quanto tempo o cantor passava sozinho com as crianças.

Manipulação psicológica das vítimas

O processo detalha métodos que Michael Jackson teria usado para manipular as crianças. De acordo com os documentos, ele mostrava imagens pornográficas para dessensibilizar as vítimas em relação ao abuso sexual.

Além disso, o cantor teria orientado os menores a evitarem terapeutas e mulheres.

Segundo o processo citado pelo LA Times, Michael Jackson dizia que mulheres eram “malvadas”, “sorrateiras” e “mentirosas”. Ele também afirmava que elas podiam sentir um cheiro quando algo sexual havia acontecido.

O cantor ainda teria ameaçado as crianças, dizendo que a vida dele, das vítimas e de suas famílias seria destruída caso alguém descobrisse os abusos.

Defesa nega todas as acusações

Marty Singer, advogado do espólio de Michael Jackson, rejeitou completamente as alegações. Ele afirma que a própria família Cascio já havia negado os supostos abusos anteriormente.

Segundo Singer, este processo representa uma tentativa desesperada de conseguir dinheiro de membros da família que se juntaram ao irmão Frank, que já enfrenta um processo por extorsão.

A defesa argumenta que as acusações não têm fundamento e que os irmãos buscam apenas benefício financeiro. Entretanto, os advogados dos Cascio apresentam uma versão completamente diferente dos fatos.

Relação próxima entre as famílias

A família Cascio conheceu Michael Jackson por meio do pai deles, que trabalhava numa rede de hotéis. Com o tempo, os irmãos começaram a frequentar a casa do cantor regularmente.

Depois disso, Frank Cascio entrou para a equipe profissional do astro pop. Quando as primeiras acusações de abuso contra Michael Jackson surgiram nos anos 1990, Frank se tornou um dos principais defensores do cantor.

Em 2011, ele publicou nos Estados Unidos o livro “Meu Amigo Michael”, no qual relembrou as vezes em que dormiu na casa do astro.

No livro, Frank escreveu que, apesar de parecer estranho um adulto fazer “festas do pijama” com crianças, não havia nada sexual naquelas ocasiões. Ele afirmava que era tudo inocente e que Michael era realmente uma criança por dentro.

Mudança de posicionamento após a morte do cantor

A postura da família Cascio mudou após a morte de Michael Jackson em 2009. Em 2020, eles fizeram um acordo com os herdeiros do cantor para abandonar as acusações de abuso que haviam feito anteriormente.

Porém, em 2024, os irmãos afirmaram que assinaram esse acordo sob coação e não por livre vontade.

Agora, em 2026, o advogado Howard King diz que Frank Cascio “parou de beber o suco Michael Jackson” após anos de terapia. King afirma que todas as crianças da família estão traumatizadas.

Segundo ele, um dos irmãos em particular tem traumas severos após o que aconteceu, e isso só piora quando os administradores do espólio afirmam que ele está mentindo.

Depoimentos em vídeo e novas evidências

Howard King afirma ter dez horas de depoimentos gravados dos irmãos Cascio sobre os supostos abusos. Nesses vídeos, os cinco irmãos detalham os crimes que teriam sofrido.

O advogado diz que mostrou uma hora desse material a Marty Singer, advogado dos herdeiros de Michael Jackson.

Segundo King, Singer teria respondido inicialmente dizendo que o vídeo “nunca vai ver a luz do dia” e pedindo para resolverem o caso com uma oferta financeira. Entretanto, Singer teria mudado de ideia depois e acusado King de extorsão.

Aldo Cascio, um dos irmãos, foi visto chorando no tribunal durante uma audiência recente, o que demonstra o impacto emocional do caso na família.

Fonte: UOL e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 04/03/2026/14:39:52

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