
Mulheres e adolescentes de municípios do oeste do Pará já podem ter acesso a um novo método contraceptivo na rede pública de saúde. As cidades de Alenquer, Juruti e Monte Alegre, estão entre os 43 municípios paraenses que passaram a disponibilizar o implante subdérmico Implanon pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
A iniciativa faz parte de uma estratégia do Ministério da Saúde, com apoio logístico da Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará, para ampliar o acesso a métodos contraceptivos de longa duração no estado.
Nesta primeira etapa, o Pará recebeu mais de 21 mil unidades do implante contraceptivo, que começaram a ser distribuídas para municípios com população a partir de 50 mil habitantes, conforme critérios do Ministério da Saúde.
Acesso para adolescentes e mulheres
O método está disponível para adolescentes de 14 a 17 anos e mulheres entre 18 e 49 anos, principalmente nas unidades da Atenção Primária à Saúde e em ambulatórios de referência.
Segundo a diretora de Políticas de Atenção Integral à Saúde da Sespa, Ana Paula Oliva Reis, a ampliação do método representa um avanço importante no cuidado com a saúde da mulher.
De acordo com ela, a estratégia ajuda a ampliar o acesso a métodos contraceptivos seguros e eficazes, além de contribuir para reduzir gestações não planejadas e diminuir os índices de mortalidade materna.
Como funciona o implante
Implante hormonal é novidade no Sistema Público de Saúde do Pará
O Implanon é um pequeno bastão de plástico, com cerca de quatro centímetros de comprimento, que é colocado sob a pele do braço da mulher por um profissional de saúde habilitado.
O dispositivo libera continuamente um hormônio chamado etonogestrel na corrente sanguínea. Essa substância impede a ovulação e dificulta a entrada de espermatozoides no útero. O método pode permanecer no corpo por até três anos.
A inserção e a retirada são procedimentos simples e rápidos, realizados por médicos ou enfermeiros capacitados.
Capacitação de profissionais
Para garantir a oferta segura do método, profissionais da rede pública passaram por capacitação. Em dezembro de 2025, uma oficina com atividades teóricas e práticas foi realizada no estado pelo Ministério da Saúde em parceria com a Sespa.
A Secretaria de Saúde reforça que a oferta do implante depende da presença de profissionais habilitados nas unidades de saúde.
Municípios atendidos
Além de Alenquer, Juruti e Monte Alegre, o método também começou a ser disponibilizado em outros municípios paraenses, entre eles Belém, Ananindeua, Castanhal, Altamira, Itaituba e Marabá.
A expectativa é que, gradualmente, o acesso ao implante contraceptivo seja ampliado para todos os 144 municípios do Pará.
Fonte: g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 10/03/2026/08:15:49
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