Uma descoberta curiosa feita por um cachorro em um jardim na Inglaterra está chamando a atenção de historiadores e curiosos. Um frasco antigo de vidro azul, encontrado por um labrador enquanto cavava no quintal, pode estar relacionado a um famoso caso de homicídio ocorrido no século XIX.
O objeto foi encontrado em Clyst Honiton, no condado de Devon, no sudoeste do Reino Unido. O animal, chamado Stanley, pertence a Paul Phillips, de 49 anos. Segundo o dono, o cachorro insistia em cavar sempre no mesmo ponto do jardim, o que inicialmente parecia apenas um comportamento comum de cães. No entanto, ao investigar melhor o local, Phillips percebeu que Stanley havia desenterrado uma garrafa antiga enterrada sob a grama.
Ao limpar o objeto, o morador notou uma inscrição gravada no vidro: “Não deve ser bebido”. O detalhe despertou sua curiosidade e o levou a pesquisar sobre a origem do frasco. Foi então que ele se lembrou de um caso histórico ocorrido na mesma região durante a era vitoriana.
O Caso Mary Ann Ashford
De acordo com registros da época, uma mulher chamada Mary Ann Ashford foi acusada de envenenar o marido, William Ashford, em 1865. O crime teria sido cometido com arsênico, supostamente para que ela pudesse ficar com a herança do marido e iniciar uma nova vida ao lado de um amante mais jovem.
O caso ganhou grande repercussão na época. Mary Ann foi julgada por homicídio e condenada à morte por enforcamento. A execução ocorreu diante de uma multidão estimada em mais de 20 mil pessoas e acabou ficando marcada por falhas na condução da pena. O episódio contribuiu para debates que levariam, anos depois, ao fim das execuções públicas na Inglaterra, na década de 1860.
Phillips acredita que a garrafa encontrada por Stanley pode ter alguma ligação com o caso. Segundo ele, sua casa fica próxima do terreno onde o casal Ashford teria vivido no século XIX. “Achei a garrafa muito interessante quando a limpei e imediatamente me lembrei da história do homicídio. Pesquisei na internet e encontrei informações sobre o enforcamento de Mary Ann”, contou ao portal local Devon Live.
A Descoberta do Frasco Azul
Embora não exista confirmação de que o frasco tenha sido usado no crime, Phillips considera a possibilidade intrigante. Ele explica que recipientes de vidro azul começaram a ser usados no século XIX para armazenar substâncias tóxicas, justamente para alertar sobre o perigo.
Para o morador, ainda é um mistério por que o objeto estava enterrado no local. “Uma garrafa dessas poderia ter várias utilidades, mas por que alguém a enterraria? Talvez tenha sido o frasco usado para guardar o veneno”, especulou.
Fonte: Diário do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 21/03/2026/08:05:28
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