Tem gente que trata a “tadala” como se fosse o plano B da autoconfiança: deu insegurança, resolve na farmácia. Mas, apesar da fama de salvadora de encontros e datas especiais, a tadalafila não é energético, não é vitamina e muito menos amuleto da sorte. É medicamento e como todo medicamento, tem indicação certa, dose certa e paciente certo.
O crescimento do consumo no Brasil ajuda a explicar a popularização. Dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) apontam um salto expressivo nas vendas nos últimos anos. Ainda assim, especialistas alertam que o uso deve ser feito apenas com avaliação médica. A principal indicação é para homens com diagnóstico de disfunção erétil, condição que pode ter causas físicas, emocionais ou uma combinação das duas.
“O órgão sexual mais importante do ser humano é o cérebro”, afirma Paulo Roberto de Assis, chefe do Setor de Urologia e Andrologia do Hospital Regional da Asa Norte (Hran). Segundo ele, nem todo episódio de insegurança justifica o uso do medicamento. “Como a própria bula já alerta, não é indicado para homens que não tenham disfunção erétil.” A reportagem foi publicada pela Agência Saúde-DF.
Uso indiscriminado e seus riscos
O médico explica que fatores como estresse, ansiedade, sedentarismo, diabetes, hipertensão e consumo excessivo de álcool podem interferir no desempenho. E faz um alerta importante: “Um jovem que usa sem precisar pode desenvolver dependência psicológica, acreditando que só consegue ter relação se tomar a medicação.” Em alguns casos, o tratamento mais eficaz pode ser psicológico, e não fisiológico.
Antes da prescrição, pode ser necessária inclusive avaliação cardíaca, já que a atividade sexual exige preparo físico. A orientação é clara: se a questão estiver afetando sua qualidade de vida, procure atendimento. Na rede pública, a porta de entrada são as Unidades Básicas de Saúde, com encaminhamento ao especialista quando necessário. Porque, no fim, cuidar da saúde sexual é cuidar da saúde como um todo.
Fonte: Diário do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 14/02/2026/11:13:47
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