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Fraude de R$ 4 milhões, luxo e poder: vereador é preso em Castanhal

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Foram cumpridos seis mandados de prisão, dez de busca e apreensão e a justiça determinou o sequestro de bens e valores.

Um vereador em exercício foi preso nesta terça-feira (10) sob suspeita de integrar uma organização criminosa especializada em fraudes milionárias contra seguradoras. Marcelo Moreira dos Santos (PV), conhecido como Marcelinho Legalizações, foi alvo da operação “Contragolpe”, da Polícia Civil do Pará, que desarticulou um esquema de adulteração de veículos, falsificação de documentos e falsas comunicações de furto e roubo, responsável por prejuízos superiores a R$ 4 milhões.

Eleito em 2024 para a Câmara Municipal de Castanhal com 1.767 votos, Marcelinho é natural de Mãe do Rio, no nordeste do Pará, e atua no ramo de legalizações de veículos, oferecendo serviços como transferência de propriedade, emplacamento e mudança de cor. Segundo a Polícia Civil, a atividade empresarial fazia parte da engrenagem investigada.

A operação cumpriu seis mandados de prisão, dez de busca e apreensão e determinou o sequestro de bens e valores. Além do vereador, outros cinco homens foram presos; as identidades não foram divulgadas. As ações ocorreram simultaneamente em Belém, Castanhal e Santa Maria, no Pará, e também em Goiânia (GO), Belo Horizonte (MG) e Contagem (MG).

As investigações tiveram início após uma série de boletins de ocorrência registrados por supostas vítimas no Pará e em outros estados. Em comum, os relatos apontavam furtos ou roubos de veículos que, segundo a apuração policial, nunca ocorreram. Os carros eram segurados dois ou três meses antes da falsa comunicação, caracterizando estelionato contra seguradoras.

De acordo com a Polícia Civil, o esquema contava com quatro integrantes em Minas Gerais, responsáveis por fraudar documentos, registrar falsas ocorrências de furto e roubo, abrir contas bancárias fraudulentas em nome dos proprietários dos veículos e acionar as seguradoras para receber indenizações indevidas. Outro envolvido ficava encarregado de coletar documentos pessoais e carteiras de habilitação para posterior falsificação.

Durante a operação, foram apreendidos carros de luxo, joias, objetos de alto valor e uma moto aquática. O bloqueio de bens e valores nas contas dos investigados alcançou R$ 4 milhões. A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar e responsabilizar outros possíveis envolvidos no esquema criminoso.

Fonte: ver o fato e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 10/02/2026/15:30:35

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