A violência contra animais, que recentemente ganhou repercussão nacional após a morte de um cachorro em Florianópolis (SC), também é uma realidade em Santarém, oeste do Pará. Dados da 1ª Companhia Independente de Policiamento Ambiental (Cipamb) indicam que, ao longo de 2025, o município registrou entre 10 e 15 denúncias mensais relacionadas a maus-tratos, abandono e negligência contra animais domésticos e de grande porte.
Segundo a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), não há um levantamento exclusivo para violência contra animais, pois os registros estão inseridos na Lei de Crimes Ambientais. Ainda assim, o volume de denúncias é considerado alto e exige atuação constante dos órgãos fiscalizadores.
Entre os casos que mais chamaram atenção no ano passado está o flagrante de um homem agredindo um cachorro com um pedaço de madeira, registrado por câmeras de segurança no bairro Amparo, em fevereiro. O suspeito foi identificado e passou a ser investigado por crime ambiental.
Outro episódio que gerou forte repercussão ocorreu em 31 de dezembro, quando um cavalo foi filmado sendo puxado por um carro no bairro Jutaí. As imagens circularam nacionalmente e o caso segue sob investigação, embora o responsável em busca da identificação do responsável pelo crime.
Denúncias e fiscalização
A Semma destaca que as principais ocorrências envolvem abandono, abuso e falta de assistência básica aos animais. O chefe de fiscalização do órgão explicou como essas situações chegam ao conhecimento da secretaria.
Cláudio Santarém afirmou que as denúncias mais frequentes envolvem abandono e maus-tratos e que o órgão recebe demandas diariamente para verificação in loco. “A denúncia mais recorrente que a gente recebe com relação ao animal doméstico ou até silvestre é com relação ao abandono, o abuso, não dar assistência alimentar ou de saúde para o animal”, destacou.
As denúncias podem ser feitas presencialmente na sede da Semma, na travessa Silva Jardim, entre as avenidas Rui Barbosa e São Sebastião, ou por canais digitais, incluindo WhatsApp e e-mail institucional.
Cavalos e animais de grande porte
Os casos envolvendo cavalos também preocupam as autoridades. A legislação ambiental proíbe o uso desses animais para transporte de cargas excessivas, assim como práticas que configurem sofrimento, como abandono ou permanência prolongada amarrados em vias públicas.
O subcomandante da 1ª Cipamb, capitão Wanderson Queiroz, explicou que cada situação é analisada individualmente. Ele ressaltou que a polícia verifica se há água, alimentação e acompanhamento do dono antes de caracterizar maus-tratos. “Existe também realmente aqueles que vivem soltos pela rua, batidos e amarrados há muito tempo, que a própria população nos aciona”, afirmou.
Fonte: G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 30/01/2026/07:53:16
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