O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cumpriu a promessa que fez mais cedo e assinou, na noite desta sexta-feira (20/2), decreto que aplica uma tarifa de 10% sobre todos os países. A nova medida do republicano foi tomada após a Suprema Corte dos EUA derrubar o pacote tarifário anterior.
“É com grande honra que acabo de assinar, aqui do Salão Oval, uma tarifa global de 10% sobre todos os países, que entrará em vigor quase imediatamente. Agradeço a atenção dispensada a este assunto!”, escreveu o presidente dos EUA em um comunicado.
De acordo com comunicado da Casa Branca, o decreto passará a valer em 24 de fevereiro, por um período de 150 dias.
Mais cedo, Trump já havia anunciado a medida. A decisão é uma retaliação a Suprema Corte dos EUA, que revogou o tarifaço imposto pelo líder norte-americano em abril do último ano sobre produtos importados pelo país.
De acordo com a Corte, as medidas econômicas violaram leis federais já que não tiveram autorização prévia do Congresso dos EUA. Segundo o tribunal, as tarifas excederam limites legais.
O Brasil foi um dos países beneficiados com a revogação das tarifas. Em novembro do último ano, Trump já havia retirado a taxa recíproca de 10% aplicada contra o país. O mesmo ocorreu com sobretaxa de 40%. No entanto, alguns produtos brasileiros como veículos, aços, calçados e produtos químicos ainda estavam em vigor.
Mesmo com o novo cenário, e a recente taxa de 10%, o presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), não mostrou grandes preocupações com a nova tarifa norte-americana.
Durante coletiva de imprensa na tarde desta sexta, Alckmin afirmou que a nova medida econômica dos EUA não afeta a competitividade do Brasil. Isso porque, nas palavras do ministro, a taxa de 10% agora afeta a “todos”.
“Então, os 10% global, são para todos. Nós não perdemos competitividade, de ser 10% geral. O que estava acontecendo é que o Brasil estava com uma tarifa de mais 40% que ninguém tinha. E esse aqui era o problema. Você, efetivamente, perdia a competitividade. Mas nós temos que aguardar agora com cautela os desdobramentos que vão ocorrer. Agora, é importante, que acho que vai fortalecer a relação Brasil-Estados Unidos”, afirmou Alckmin.
Fonte: Metrópoles e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/02/2026/10:39:23
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