
Um trabalhador de Manaus precisou trabalhar, em média, 85 horas e 21 minutos em fevereiro para pagar a cesta básica. O dado é da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
O levantamento mostra, mês a mês, quanto custa a cesta básica nas capitais e quanto tempo o trabalhador precisa para comprá-la.
São Paulo é a capital onde as pessoas precisam trabalhar mais horas por mês para comprar alimentos da cesta básica: 115 horas e 45 minutos. Em seguida aparecem Rio de Janeiro (112h14) e Florianópolis (108h14).
Veja a lista completa abaixo:
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Gráfico mostra as horas de trabalho gastas por mês para adquirir alimentos. — Foto: Arte/g1
Peso da alimentação no salário mínimo
Na capital amazonense, a cesta básica comprometeu 41,94% do salário mínimo líquido do trabalhador. O cálculo considera o valor já com desconto de 7,5% da contribuição para a Previdência Social.
No país, a média foi maior. Em fevereiro, trabalhadores das 27 capitais precisaram destinar 46,13% do salário mínimo para a compra de alimentos básicos. Entre as capitais, São Paulo teve o maior comprometimento, com 56,88% da renda.
O levantamento também estima o valor do salário mínimo necessário para cobrir despesas básicas de uma família. Em fevereiro, esse valor foi calculado em R$ 7.164,94, cerca de quatro vezes o salário mínimo atual, de R$ 1.621.
O cálculo leva em conta o custo da cesta básica mais cara do país, que, no período, foi registrada em São Paulo.
Fonte: G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 27/03/2026/14:22:05
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