Você sabia que a Suécia planeja proibir o uso de celulares nas escolas de ensino fundamental e médio para combater a distração digital entre os jovens? O governo sueco anunciou nesta quarta-feira (28) que pretende implementar essa medida a partir de agosto de 2026, visando garantir que crianças e adolescentes se concentrem melhor nas atividades escolares e reduzam o tempo excessivo diante das telas. Essa iniciativa acompanha uma tendência global de regulamentação do uso de dispositivos móveis entre estudantes, refletindo preocupações crescentes com o impacto da tecnologia na saúde mental e no aprendizado.
Essa decisão do governo sueco ganha relevância diante do aumento do uso de smartphones entre os jovens, que, segundo dados oficiais, passam em média quase sete horas diárias em frente às telas, sem contar o tempo em sala de aula. A proibição nacional obrigará alunos de até 15 ou 16 anos a entregar seus celulares pela manhã e recuperá-los somente ao final do dia escolar, incluindo também os centros de cuidado extraescolar. Mas qual será o impacto real dessa medida para estudantes, pais e educadores? E como ela se encaixa no cenário global de regulação digital?
O dado que revela a distração digital nas escolas suecas
80% das escolas suecas já restringem o uso de celulares. Essa porcentagem indica que a maioria das instituições de ensino fundamental e médio do país já adotou proibições locais, definidas pelos diretores, para limitar o uso dos dispositivos durante as aulas.
Durante os últimos anos, essas restrições foram implementadas de forma descentralizada, refletindo a preocupação com a distração causada por smartphones em sala de aula.
Mas o que essa alta adesão significa? Isso demonstra que a proibição nacional proposta pelo governo apenas formaliza e uniformiza uma prática já bastante difundida, buscando garantir que todas as escolas se tornem ambientes livres de celulares, sem exceções.
O governo sueco fundamenta essa iniciativa em estudos que mostram que os estudantes locais se distraem com ferramentas digitais em maior grau que a média dos países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Portanto, a proibição visa reduzir essas interrupções e melhorar o foco no aprendizado.
Além disso, a ministra da Educação, Simona Mohamsson, destacou que a medida também pode beneficiar a saúde mental dos alunos e auxiliar os pais na gestão do tempo de tela dos filhos em casa, um desafio crescente na era digital.
Mas por que essa questão da distração digital é tão crítica para o ensino? Como o uso constante de smartphones interfere no processo educacional e no desenvolvimento dos jovens?
O que acontece quando o celular domina a rotina dos estudantes?
7 horas diárias em frente às telas. Esse é o tempo médio que os estudantes suecos do ensino médio passam utilizando dispositivos digitais fora do período escolar, segundo dados oficiais.
Durante esse tempo, os jovens acessam redes sociais, jogos, vídeos e outras plataformas digitais que competem diretamente com as atividades educacionais.
Mas o que essas 7 horas representam? Isso ultrapassa o limite recomendado por especialistas em saúde digital, que alertam para os riscos do uso excessivo de telas, como problemas de concentração, ansiedade e distúrbios do sono.
O uso intenso de smartphones dentro e fora da escola pode fragmentar a atenção dos estudantes, dificultando a assimilação do conteúdo e prejudicando o desempenho acadêmico. Além disso, a exposição contínua a notificações e estímulos digitais pode afetar negativamente a saúde mental dos jovens.
Consequentemente, a proibição do uso de celulares durante toda a jornada escolar busca minimizar esses efeitos, promovendo um ambiente mais propício ao aprendizado e ao bem-estar.
Mas será que essa medida conseguirá equilibrar o acesso à tecnologia e a necessidade de foco dos estudantes? Qual o papel das escolas e dos pais nesse cenário?
O segredo que especialistas usam para controlar o uso de celulares
Para implementar a proibição, o governo sueco propõe que os alunos entreguem seus celulares ao início do dia e os recuperem somente ao final da jornada escolar, incluindo também os centros de cuidado extraescolar. Essa ação visa criar uma zona livre de dispositivos móveis durante o período letivo.
Além disso, a medida pretende padronizar as regras em todo o país, evitando disparidades entre escolas que adotam políticas diferentes.
Mas como essa proibição funciona na prática? Ela limita o acesso dos estudantes a ferramentas digitais que podem ser úteis para o aprendizado, como aplicativos educacionais e pesquisas online?
Especialistas em educação e tecnologia apontam que, embora os celulares ofereçam recursos valiosos, seu uso descontrolado pode gerar mais prejuízos do que benefícios. Por isso, a restrição durante as aulas busca equilibrar o uso da tecnologia, incentivando métodos pedagógicos que não dependam exclusivamente dos dispositivos móveis.
Além disso, a proibição nacional pode incentivar o desenvolvimento de soluções tecnológicas específicas para o ambiente escolar, como sistemas de gerenciamento de dispositivos que permitam o uso controlado e seguro dos celulares.
Mas quais são os desafios para garantir a adesão e o sucesso dessa política? E como outras nações estão lidando com o acesso digital dos jovens?
Vários países adotam medidas para regular o acesso digital de crianças e adolescentes. França, Reino Unido e Austrália, por exemplo, implementam regras para limitar o uso de redes sociais e verificar a idade dos usuários em plataformas online.
Durante os últimos anos, essas nações enfrentaram debates intensos sobre os impactos da tecnologia na infância e adolescência, buscando equilibrar proteção e acesso.
Mas o que essas iniciativas significam para o futuro da educação e da tecnologia? Elas indicam uma tendência global de controle mais rigoroso do uso digital entre os jovens, refletindo preocupações com a saúde mental, segurança e qualidade do aprendizado.
Além disso, essas políticas podem estimular o desenvolvimento de tecnologias educacionais mais seguras e adaptadas às necessidades dos estudantes, promovendo um uso mais consciente e produtivo dos dispositivos móveis.
Por outro lado, essas restrições também geram debates sobre liberdade, autonomia e o papel da tecnologia na formação das novas gerações.
Como a Suécia e outros países vão equilibrar esses aspectos? E qual será o impacto dessas medidas no mercado de tecnologia educacional?
O que os próximos dias podem revelar
Lembra do dado que abrimos sobre o tempo excessivo que jovens passam em frente às telas? Essa realidade impulsiona a Suécia a adotar uma proibição nacional do uso de celulares nas escolas, buscando melhorar o foco e a saúde mental dos estudantes.
O governo propõe que alunos entreguem seus dispositivos pela manhã e os recuperem ao final do dia, uniformizando uma prática já adotada por 80% das escolas. Essa medida acompanha uma tendência global de regulamentação do acesso digital entre crianças e adolescentes.
Mas a pergunta que fica é: como essa decisão influenciará o equilíbrio entre tecnologia e educação no futuro? Será que outras nações seguirão o exemplo sueco? E como pais, educadores e empresas de tecnologia vão se adaptar a essa nova realidade?
Essas questões definem um cenário dinâmico e desafiador, que merece acompanhamento atento para entender os impactos reais dessa revolução digital nas escolas.
Fonte: Diário do Para e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 31/01/2026/09:38:12
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