
A Polícia Civil de São Paulo quer mais esclarecimentos e não descarta pedir a exumação do corpo, que dependeria de autorização judicial, para que passe por nova perícia.
Segundo os investigadores, a perícia realizada pelo Instituto de Criminalística identificou, com uso de luminol, vestígios de sangue dentro do box do banheiro, local onde o tenente-coronel afirmou que estava tomando banho no momento do disparo. Já a análise residuográfica deu negativo para as mãos de Gisele e também para as do tenente-coronel.
Antes da divulgação dessas informações, os investigadores estiveram na delegacia responsável pelo caso e fizeram novas perguntas aos socorristas e a Geraldo Neto, que estava no apartamento no momento da morte.
No boletim de ocorrência, o tenente-coronel afirmou que, antes da morte, pediu a separação à esposa porque o relacionamento não estava funcionando e, em seguida, foi tomar banho. Segundo o relato, cerca de um minuto depois de entrar no chuveiro, ouviu um barulho. Ao abrir a porta, disse ter encontrado Gisele caída no chão, com intenso sangramento na cabeça e segurando uma arma de fogo.
Familiares contestam a versão de suicídio e afirmam que Gisele vivia um relacionamento conturbado e era vítima de violência psicológica.
Ele proibia ela de usar salto, usar roupa, ir à academia só com ele, usar batom. Tanto que os perfumes dela eram guardados no quartel, ela não tinha perfume nem em casa. Ninguém podia olhar para ela, ela tinha que andar de cabeça baixa, ela não podia olhar para o lado.
A mãe da policial, Marinalva Vieira Alves Santana, relatou episódios que, segundo ela, demonstravam perseguição.
“No serviço dela, ele pediu a bolsa para segurar e ela falou que não dava. Ele puxou, e até o guarda perguntou o que estava acontecendo. Ela disse que não era nada. Na saída, ele estava lá, mesmo sem trabalhar junto com ela. Era 24 horas perseguindo a minha filha. Um dia ela veio de metrô e falou: ‘Mãe, tomei o maior susto, ele já estava atrás de mim’. Era perseguição 24 horas”, disse.
Versão do marido
Em depoimento, o tenente-coronel relatou que o relacionamento do casal era conturbado e que, naquela manhã, havia ido ao quarto da esposa para propor a separação.
Segundo o oficial, ele teria sido alvo de boatos de colegas que teriam inventado um suposto relacionamento extraconjugal. O boato, segundo ele, chegou até Gisele e provocou crises de ciúmes. As discussões teriam se tornado frequentes, e o casal passou a dormir em quartos separados.
Segundo ele, após uma discussão, entrou no banheiro e, cerca de um minuto depois, ouviu o barulho que inicialmente interpretou como o de uma porta batendo. Ao sair, disse ter encontrado Gisele ferida.
O tenente-coronel declarou que mantém uma arma de fogo sobre o armário no quarto onde dorme, que foi usada na morte de Gisele.
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Fonte: G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 04/03/2026/14:39:52
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