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Onde Bolsonaro cumpre prisão domiciliar? Veja o condomínio de luxo

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O ex-presidente Jair Bolsonaro retornou, nesta sexta-feira, ao regime de prisão domiciliar que deverá ser cumprido em sua residência no condomínio Solar de Brasília, localizado na região administrativa do Jardim Botânico, no Distrito Federal. A medida foi determinada pela Justiça após novos desdobramentos em investigações em curso, estabelecendo regras rígidas para a permanência do político no local.

O Solar de Brasília é conhecido por ser um dos endereços mais valorizados da capital federal, oferecendo uma infraestrutura de segurança privada e monitoramento que agora servirá de base para a fiscalização do cumprimento da pena restritiva de liberdade. A residência é alugada e paga pelo PL (Partido Liberal).

O aluguel de imóveis na vizinhança chega a R$ 90 mil.

O condomínio onde o ex-presidente está instalado possui acesso controlado e vigilância 24 horas, características que facilitam o controle das autoridades sobre quem entra ou sai da residência oficial de custódia. De acordo com as normas da prisão domiciliar, Bolsonaro está sujeito ao uso de tornozeleira eletrônica e possui restrições severas quanto à comunicação externa.

Ele está proibido de utilizar redes sociais e de manter contato com outros investigados nos mesmos processos, sob pena de regressão para o regime fechado em estabelecimento prisional. Além disso, o ex-mandatário só poderá deixar o imóvel em situações excepcionais, como emergências médicas ou convocações judiciais, sempre com autorização prévia e escolta.

Impacto da prisão domiciliar no Solar de Brasília

A rotina no Solar de Brasília sofreu alterações desde a chegada do ex-presidente, com um aumento perceptível na movimentação de viaturas da Polícia Federal e de equipes de segurança institucional. Moradores do local relatam um clima de curiosidade, mas também de preocupação com a privacidade e a fluidez do trânsito interno, dada a possibilidade de aglomerações de apoiadores ou manifestantes na portaria principal.

A administração do condomínio reforçou que as regras internas de convivência devem ser respeitadas, independentemente da notoriedade do residente ou das circunstâncias jurídicas que o levaram ao local. Desde janeiro, Bolsonaro estava detido na sala de Estado Maior do 19º Batalhão da Polícia Militar, conhecido como “Papudinha”, em Brasília.

Aspectos Jurídicos e monitoramento da prisão

Juridicamente, a manutenção da prisão domiciliar no Distrito Federal visa garantir que o réu permaneça próximo aos tribunais superiores onde tramitam as ações, agilizando possíveis depoimentos. Defensores do ex-presidente argumentam que a medida é desproporcional, enquanto o Ministério Público sustenta que as restrições são necessárias para garantir a ordem pública e a integridade das provas colhidas nas investigações.

O monitoramento eletrônico é realizado em tempo real por uma central da Secretaria de Administração Penitenciária, que reporta qualquer violação de perímetro diretamente ao juiz responsável pela execução penal. Bolsonaro cumpre atualmente pena de 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. A condenação é definitiva.

Fonte: Diário do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 27/03/2026/14:22:05

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