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MPF denunciou 62 pessoas por crime organizado no Pará

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O Ministério Público Federal no Pará denunciou 62 pessoas por envolvimento com crime organizado no segundo semestre de 2025. O balanço mostra que o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) apresentou cinco denúncias criminais no período. Além disso, a força-tarefa prestou apoio em 123 processos e emitiu parecer favorável em 14 representações da Polícia Federal.

O Gaeco atua no estado desde novembro de 2020. A unidade no Pará encerrou o ano com 21 investigações em andamento. A maioria corre sob sigilo. Atualmente, os procuradores Alan Rogério Mansur Silva, que coordena o grupo, Nayana Fadul da Silva e Priscila Ianzer Jardim Lucas Bermúdez integram a equipe.

As denúncias abrangem organização criminosa, lavagem de dinheiro, grilagem de terras, desmatamento ilegal, tráfico internacional de drogas, corrupção, fraudes em licitações e crimes contra a ordem tributária – resultado de uma atuação em diferentes frentes e atacando estruturas complexas.

Entre as operações de destaque está a Vila do Conde. A investigação começou após a apreensão de 458 quilos de cocaína no porto de Vila do Conde, em Barcarena, em fevereiro de 2021. Em setembro de 2025, a operação cumpriu mandados de prisão, busca e apreensão. O Gaeco denunciou 34 pessoas por tráfico internacional, lavagem de dinheiro e organização criminosa transnacional. Devido à dimensão interestadual e internacional do caso, a equipe do Pará atuou em conjunto com o Gaeco Nacional em 30 processos derivados da investigação.

Operação Reditus e Sisaque

Outra frente relevante foi a Operação Reditus. A ação mirou o desvio de recursos públicos da saúde por meio da contratação de organizações sociais para gerir hospitais estaduais. O Gaeco denunciou 17 pessoas por organização criminosa, lavagem de dinheiro, peculato e fraude em licitações.

Já a Operação Sisaque resultou em nova denúncia apresentada à Justiça Federal em 2025. O grupo acusou duas pessoas por usurpação de bens da União, lavagem de dinheiro e operação irregular de instituição financeira. A investigação, deflagrada em fevereiro de 2023, desarticulou uma rede de contrabando de ouro extraído de garimpos ilegais na Amazônia.

Atuação na área ambiental e fundiária

Além disso, o Gaeco ampliou a atuação na área ambiental e fundiária. Das cinco denúncias do semestre, duas têm ligação direta com crimes ambientais. As investigações associam delitos fundiários à degradação de áreas protegidas e à usurpação de bens públicos federais.

Fonte Diário do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 27/02/2026/15:29:17

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