Meta e YouTube são acusadas de viciar crianças
O julgamento que começou no dia 9 e que coloca a Meta (Instagram) e a Alphabet (YouTube) no banco dos réus por supostamente “viciar crianças e adolescentes” está ocorrendo no O Tribunal Superior da Califórnia (California Superior Court) do Condado de Los Angeles, nos Estados Unidos, iniciou, na segunda 9, o julgamento que coloca no centro do debate duas das maiores empresas de tecnologia dos Estados Unidos. Acusadas de manter mecanismos capazes de “viciar crianças e adolescentes” no uso de redes sociais, a Meta (Instagram) e a Alphabet (YouTube) estão no banco dos réus.
Segundo a acusação, as plataformas teriam adotado estratégias de engajamento que estimulam o uso compulsivo por jovens, agravando quadros de ansiedade, depressão e outros problemas de saúde mental. De acordo com a imprensa americana, o desfecho do processo pode criar um precedente jurídico relevante e influenciar centenas de ações semelhantes que tramitam atualmente nos Estados Unidos contra empresas do setor.
O caso tem como base o relato de uma jovem identificada apenas pelas iniciais K.G.M., hoje com 19 anos, que afirma ter desenvolvido depressão, ansiedade e pensamentos suicidas após utilizar redes sociais de forma intensa desde a infância. Conforme os advogados da família, o vício não estaria ligado a conteúdos específicos, mas ao próprio funcionamento das plataformas — especialmente do YouTube e do Instagram — projetadas, segundo a acusação, para incentivar o uso contínuo e prolongado.
Os autores da ação sustentam que as empresas empregaram técnicas de engajamento inspiradas em mecanismos de condicionamento comportamental semelhantes aos usados em jogos de azar, com o objetivo de aumentar o tempo de permanência dos usuários e, consequentemente, ampliar receitas publicitárias.
A estratégia jurídica busca responsabilizar as Big Techs não pelo conteúdo publicado nas redes, mas pelo design das plataformas, alegando que a própria arquitetura dos serviços estimula o uso compulsivo entre jovens. Com isso, a acusação tenta contornar proteções legais como a Primeira Emenda da Constituição dos EUA e a Seção 230, que tradicionalmente blindam as empresas de ações relacionadas a conteúdos gerados por usuários.
Ao longo do julgamento, que deve durar entre seis e oito semanas, são esperados depoimentos de executivos de alto escalão, incluindo o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, além de dirigentes do Instagram e do YouTube, conforme reportaram veículos da imprensa americana.
As empresas negam as acusações. Em nota, a Meta afirmou discordar das alegações e destacou que investe há anos em ferramentas de proteção para jovens usuários, além de defender que problemas de saúde mental têm causas múltiplas. O Google, controlador do YouTube, também declarou que as acusações “não são verdadeiras” e reforçou que oferecer uma experiência mais segura para crianças e adolescentes é uma prioridade da companhia.
Fonte: Diário do Pará e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/02/2026/11:34:35
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