Na noite desta quinta-feira (22), terminou o julgamento do réu Jhonatan Barros Nogueira, acusado de tentativa de feminicídio contra a própria ex-companheira. O caso aconteceu em 1º de dezembro de 2024, no interior da loja Havan, em frente ao Aeroporto de Marabá e abalou a população do Pará.
No início da sessão, foram ouvidas Larissa da Conceição Souza, apontada como vítima, e a irmã dela, Jeslayne da Conceição Silva. Também prestaram depoimento Sabrina Sá, policial penal que interveio durante o episódio; o companheiro dela; e uma policial militar que atendeu a ocorrência. A sessão é acompanhada por representantes do Ministério Público e da defesa.
Em depoimento, Larissa afirmou que manteve um relacionamento de aproximadamente quatro anos com o acusado e relatou que o período foi marcado por conflitos e episódios de agressividade verbal e física. Segundo ela, os dois haviam terminado recentemente e, no dia do crime, Jhonatan teria passado a ameaçá-la com uma faca, exigindo de forma insistente que ela entregasse um aparelho celular. “Ele só parou de ameaçar quando saiu o tiro”, disse a vítima.
Larissa declarou ainda que nunca havia procurado a polícia antes e que somente após o episódio soube de relatos de que o acusado já teria sido violento em outros relacionamentos. Ela disse também que, depois do ocorrido, passou a se sentir insegura e deixou o trabalho cerca de um mês depois.
A irmã da vítima, Jeslayne, confirmou a agressividade atribuída ao acusado e afirmou que tentou intervir para evitar uma situação mais grave. Segundo ela, chegou a pedir para que Jhonatan largasse a faca e o alertou de que ele “acabaria com a própria vida”. Jeslayne relatou que o acusado teria corrido atrás dela com a arma branca e que ela feriu um dedo ao tentar impedir a agressão. Ela também afirmou que várias pessoas pediam para que ele soltasse a faca, até que uma policial à paisana agiu para neutralizá-lo.
Também foi ouvida a delegada Alana Araújo, responsável pela presidência do inquérito, que detalhou procedimentos da investigação e os elementos reunidos que embasaram a denúncia do Ministério Público. Durante a sessão do Tribunal do Júri, realizado no Fórum Criminal de Marabá, o corpo de jurado entendeu que Jhonatan Nogueira tentou matar a ex-companheira a golpes de faca.
No final do julgamento, depois do pronunciamento da defesa, houve a réplica e tréplica, e Jhonatan Barros foi condenado a 13 anos 8 meses e 3 dias de prisão em regime inicial fechado pela juíza Alessandra Rocha. O sentenciado está preso desde o dia 1º de dezembro de 2024, no Complexo Penitenciário de Marabá.
Fonte: Portal Debate e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 23/01/2026/07:24:24
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