Segundo ele, a falta de privacidade é um comportamento comum na rede municipal de saúde.
O secretário de Saúde de Ribeirão Preto, Maurício Godinho, disse que todos os funcionários das unidades de saúde passam por treinamento para que as normas do sigilo sejam respeitadas.
Denúncia por constrangimento
O analista de dados, que prefere não se identificar, denunciou o caso no início de março. Ele procurou atendimento na UPA Oeste após uma relação sexual com suspeita de transmissão do vírus. A intenção era receber a Profilaxia Pós-Exposição (PEP).
A Profilaxia Pós-Exposição (PEP) é uma medida de urgência do SUS para prevenir HIV, hepatites virais e ISTs, indicada após risco (sexo sem camisinha, violência sexual, acidentes com perfurocortantes). Deve ser iniciada em até 72 horas (idealmente nas primeiras duas horas) e dura 28 dias. É gratuita, sigilosa e disponível em serviços de emergência.
No entanto, após um exame, ele soube do resultado positivo para HIV por uma médica e uma enfermeira que anunciaram a confirmação – prova e contraprova da análise – em voz alta e na frente de outros pacientes que estavam na UPA.
Segundo ele, não houve qualquer tipo de acolhimento por parte da médica ao informar que ele não era elegível para receber o protocolo de PEP.
O diagnóstico também foi dito na frente da sobrinha do rapaz, que o acompanhava no momento.
UPA Oeste no bairro Sumarezinho, em Ribeirão Preto, SP — Foto: Reprodução/EPTV
O jovem afirma que foi tratado com rispidez pelas funcionárias, principalmente após reclamar da demora do atendimento que já durava horas, até ser comunicado do teste positivo para HIV.
Médica demitida e enfermeira afastada
Os nomes das profissionais não foram informados.
Além de ser alvo de um processo administrativo dentro da Prefeitura, o caso é investigado pela Polícia Civil como injúria racial — equiparada ao crime de homofobia alegado pela vítima — e violação do sigilo médico.
De acordo com o secretário municipal de Saúde, Maurício Godinho, a análise da conduta das profissionais também pode ser analisada pelos conselhos de classe.
“Se for confirmada a informação, gera uma questão ética e é encaminhada para o comitê de ética e os conselhos, Conselho de Medicina e de Enfermagem, para que tomem providência ética em relação aos profissionais. Se gerar um processo profissional-ético, elas podem ser desligadas definitivamente.”
Fonte: G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 30/03/2026/07:26:10
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