
Mesmo condenado por estupro de vulnerável contra as próprias filhas, o cantor Bruno Mafra ainda não foi preso, apesar de a Justiça do Pará ter mantido a pena de 30 anos, 4 meses e 24 dias de reclusão em regime fechado. Isso ocorre porque a decisão ainda não é definitiva.
Como ainda cabem recursos, o processo precisa transitar em julgado – ou seja, não haver mais possibilidade de recurso – para que a pena seja executada, conforme explica o advogado criminalista Lucas Bógea, de Belém. Na quinta-feira (26), a 1ª Turma de Direito Penal do Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJPA) rejeitou os recursos da defesa e manteve a condenação. Apesar disso, a legislação brasileira permite que a defesa recorra a instâncias superiores, o que suspende, em regra, o início do cumprimento da pena.
Segundo o criminalista, a prisão imediata após condenação em segunda instância não é automática no Brasil. Ainda de acordo com o especialista, Bruno Mafra pode ser preso antes do trânsito em julgado caso a Justiça entenda que há fundamentos para prisão preventiva, como risco de fuga, ameaça às vítimas ou à ordem pública. Caso contrário, a tendência é que a execução da pena ocorra apenas após o esgotamento de todos os recursos.
“No Brasil, nós temos uma proteção extensiva ao princípio da presunção de inocência elevando até o trânsito julgado, ou seja, até não caber mais recursos. Por esse motivo ele não foi preso, pois como ainda cabe recurso de ordem constitucional aos tribunais STJ e STF respectivamente, após o processo finalizar todo por completo, sim ele pode começar a execução da pena. No entanto, há casos em que a pena pode ter sua aplicação de maneira provisória, mas isso é conforme o entendimento jurisprudencial e não em si legal, constitucional”, afirma o advogado.
Fonte: O liberal e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 28/03/2026/10:29:22
O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:
Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com

