Mesmo com buscas envolvendo policiais, bombeiros, uso de drones, apoio de cães farejadores e até um sonar da Marinha, o bebê não foi encontrado e nesta terça-feira (7) completa 13 dias desaparecido.
A Superintendência Regional de Carajás está responsável pelo caso e entre as hipóteses apuradas considera a possibilidade de sequestro. A Polícia Civil analisa imagens de câmeras de monitoramento e também de possíveis veículos que passaram pela região.
Veja mais abaixo:
- Como a criança desapareceu?
- Como são feitas as buscas?
- Como está a investigação?
- Há algum suspeito?
Veja o que se sabe e o que falta saber:
Como a criança desapareceu?
A criança foi vista pela última vez na Vila Peruana, onde morava com a família, no dia 26 de março. A localidade fica próximo a uma rodovia que liga Eldorado dos Carajás a Marabá.
Questionadas, as autoridades não detalharam as circunstâncias do desaparecimento do menino, se ele estaria sozinho antes de desaparecer e com quem ele morava.
Como são feitas as buscas?
As buscas começaram com bombeiros e policiais em áreas de mata próximo do local onde o menino morava e foi visto pela última vez. Depois, drones também foram usados para ajudar nas buscas.
Além disso, o Batalhão de Ação com Cães (BAC) em Belém enviou cachorros treinados para atuar em operações de buscas por desaparecidos, mas não foram encontrados vestígios do bebê.
Equipes da Marinha foram na nesta sexta-feira (3) à cidade para auxiliar nas buscas. Os militares utilizaram um sonar para fazer uma varredura minuciosa no rio Peruano, que fica próximo à casa do menino. Como nada foi encontrado, a Marinha descartou a hipótese de que a criança esteja no rio.
Ainda sobre as buscas, a Polícia Civil disse em nota que “novas diligências podem ser realizadas em áreas adjacentes”.
Como está a investigação?
Entre as hipóteses investigadas pela polícia estavam a possibilidade de ele ter se acidentado em área de mata, caído em um rio ou até mesmo ter sido sequestrado. No entanto, os cães que farejaram a área de mata não acharam nada, assim como a Marinha também não encontrou vestígios no rio que fica próximo ao local onde o menino desapareceu.
A Polícia Civil analisa imagens de câmeras de monitoramento e também faz “levantamento de veículos que passaram pela região no horário do desaparecimento e diligências em locais de circulação de passageiros”.
A Polícia Civil não informou detalhes sobre as imagens analisadas, das circunstâncias do desaparecimento e nem quem já foi ouvido.
Há algum suspeito?
Até o momento, ninguém foi preso. Mesmo com a hipótese de sequestro investigada, a polícia não informou se há algum suspeito de envolvimento do desaparecimento do menino sendo investigado. As autoridades também não detalharam quem foi a última pessoa que o bebê teve contato antes de sumir.
Fonte: g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 07/04/2026/07:20:24
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