Arquiteto previu queda de prédio histórico horas antes do desastre

Horas antes do colapso de um prédio histórico localizado na rua 13 de Maio, no bairro da Campina, em Belém, desabar, um registro do arquiteto Jeová Barros chamou atenção do público.
Ele havia publicado nas redes sociais um vídeo que documentava o estado crítico da edificação e apontava que as rachaduras profundas visíveis, infiltrações e desprendimento de materiais na fachada já indicava o desastre.
Vale lembrar que o imóvel abrigava quatro lojas comerciais no térreo e servia como depósito de mercadorias nos andares superiores.
O arquiteto pesquisa casarões históricos em Belém e no interior do Pará há mais de 15 anos, portanto conhece as vulnerabilidades dessas edificações.
Por que prédios históricos chegam ao limite?
Para Barros, o colapso não foi surpresa. Ele explica que o sítio histórico de Belém, formado pelos bairros da Cidade Velha e da Campina, concentra imóveis do início do século XX.
Esses edifícios, contudo, sofrem adaptações constantes para receber diferentes tipos de comércio. Além disso, essas reformas raramente seguem as normas de conservação.
Entre as intervenções mais comuns e danosas, o arquiteto destaca:
Remoção de pontos de apoio das paredes para ampliar espaços internos;
Instalação de escadas, aparelhos de ar-condicionado e acúmulo de mercadorias nos andares superiores, que foram projetados apenas para moradia.
Esse conjunto de fatores, portanto, sobrecarrega estruturas que já necessitam de cuidados especiais. Segundo Barros, a conservação exige ações contínuas e não pode ser tratada como gasto eventual pelos proprietários dos imóveis.
Ela inclui reforços estruturais, manutenção da cobertura e controle do escoamento das águas pluviais. Isso porque a umidade absorvida pelas paredes compromete progressivamente a integridade do edifício.
Fonte: dol e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso 07/07/2026/07:29:51
O formato de distribuição de notícias do Jornal Folha do Progresso pelo celular mudou. A partir de agora, as notícias chegarão diretamente pelo formato Comunidades, ou pelo canal uma das inovações lançadas pelo WhatsApp. Não é preciso ser assinante para receber o serviço. Assim, o internauta pode ter, na palma da mão, matérias verificadas e com credibilidade. Para passar a receber as notícias do Jornal Folha do Progresso, clique nos links abaixo siga nossas redes sociais:
Apenas os administradores do grupo poderão mandar mensagens e saber quem são os integrantes da comunidade. Dessa forma, evitamos qualquer tipo de interação indevida. Sugestão de pauta enviar no e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com.
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do JFP (JORNAL FOLHA DO PROGRESSO) Telefones: WhatsApp (93) 98404 6835– (93) 98117 7649.
“Informação publicada é informação pública. Porém, para chegar até você, um grupo de pessoas trabalhou para isso. Seja ético. Copiou? Informe a fonte.”
Publicado por Jornal Folha do Progresso, Fone para contato 93 981177649 (Tim) WhatsApp:-93- 984046835 (Claro) -Site: www.folhadoprogresso.com.br e-mail:folhadoprogresso.jornal@gmail.com/ou e-mail: adeciopiran.blog@gmail.com
Cassinos no exterior: mudanças positivas e lições para o Brasil