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Alane Dias brilha na Sapucaí com fantasia feita de garrafa pet

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A sustentabilidade tem ganhado cada vez mais espaço na Marquês de Sapucaí. Em meio ao brilho, às plumas e aos cristais, escolas de samba e musas têm apostado em materiais recicláveis e reaproveitados para levar à avenida não apenas espetáculo, mas também consciência ambiental.

No desfile do Grupo Especial na terça-feira (17), a proposta ecológica chamou atenção na fantasia da paraense Alane Dias, musa da Acadêmicos do Grande Rio.

Inspirada na cultura popular e na estética do Maracatu, a dançarina incorporou 50 garrafas pet ao figurino, substituindo materiais tradicionais como cristais e pedrarias por tiras recicladas aplicadas nas mangas, braços e costas. O resultado foi um visual que uniu brilho, movimento e consciência ambiental.

Segundo Alane, a ideia nasceu ainda durante os ensaios técnicos, quando já vinha apostando em peças com reaproveitamento de materiais. A decisão de levar o conceito para a avenida reforça uma tendência que cresce entre artistas e escolas de samba: usar o Carnaval como plataforma de reflexão social.

Além da homenagem ao enredo da escola, a fantasia também funcionou como manifesto sobre consumo responsável e criatividade. “É possível fazer algo grandioso sem deixar de pensar no planeta”, destacou a musa antes de entrar na avenida.

Com o apoio do namorado, Fran Gil, que acompanhou o desfile na Sapucaí, Alane mostrou que luxo e sustentabilidade podem caminhar juntos, e que a maior riqueza do Carnaval pode estar justamente na reinvenção.

Asustentabilidade tem ganhado cada vez mais espaço na Marquês de Sapucaí. Em meio ao brilho, às plumas e aos cristais, escolas de samba e musas têm apostado em materiais recicláveis e reaproveitados para levar à avenida não apenas espetáculo, mas também consciência ambiental.

No desfile do Grupo Especial na terça-feira (17), a proposta ecológica chamou atenção na fantasia da paraense Alane Dias, musa da Acadêmicos do Grande Rio.

Inspirada na cultura popular e na estética do Maracatu, a dançarina incorporou 50 garrafas pet ao figurino, substituindo materiais tradicionais como cristais e pedrarias por tiras recicladas aplicadas nas mangas, braços e costas. O resultado foi um visual que uniu brilho, movimento e consciência ambiental.

Segundo Alane, a ideia nasceu ainda durante os ensaios técnicos, quando já vinha apostando em peças com reaproveitamento de materiais. A decisão de levar o conceito para a avenida reforça uma tendência que cresce entre artistas e escolas de samba: usar o Carnaval como plataforma de reflexão social.

Além da homenagem ao enredo da escola, a fantasia também funcionou como manifesto sobre consumo responsável e criatividade. “É possível fazer algo grandioso sem deixar de pensar no planeta”, destacou a musa antes de entrar na avenida.

Com o apoio do namorado, Fran Gil, que acompanhou o desfile na Sapucaí, Alane mostrou que luxo e sustentabilidade podem caminhar juntos, e que a maior riqueza do Carnaval pode estar justamente na reinvenção.

Asustentabilidade tem ganhado cada vez mais espaço na Marquês de Sapucaí. Em meio ao brilho, às plumas e aos cristais, escolas de samba e musas têm apostado em materiais recicláveis e reaproveitados para levar à avenida não apenas espetáculo, mas também consciência ambiental.

No desfile do Grupo Especial na terça-feira (17), a proposta ecológica chamou atenção na fantasia da paraense Alane Dias, musa da Acadêmicos do Grande Rio.

Inspirada na cultura popular e na estética do Maracatu, a dançarina incorporou 50 garrafas pet ao figurino, substituindo materiais tradicionais como cristais e pedrarias por tiras recicladas aplicadas nas mangas, braços e costas. O resultado foi um visual que uniu brilho, movimento e consciência ambiental.

Segundo Alane, a ideia nasceu ainda durante os ensaios técnicos, quando já vinha apostando em peças com reaproveitamento de materiais. A decisão de levar o conceito para a avenida reforça uma tendência que cresce entre artistas e escolas de samba: usar o Carnaval como plataforma de reflexão social.

Além da homenagem ao enredo da escola, a fantasia também funcionou como manifesto sobre consumo responsável e criatividade. “É possível fazer algo grandioso sem deixar de pensar no planeta”, destacou a musa antes de entrar na avenida.

Com o apoio do namorado, Fran Gil, que acompanhou o desfile na Sapucaí, Alane mostrou que luxo e sustentabilidade podem caminhar juntos, e que a maior riqueza do Carnaval pode estar justamente na reinvenção.

Asustentabilidade tem ganhado cada vez mais espaço na Marquês de Sapucaí. Em meio ao brilho, às plumas e aos cristais, escolas de samba e musas têm apostado em materiais recicláveis e reaproveitados para levar à avenida não apenas espetáculo, mas também consciência ambiental.

No desfile do Grupo Especial na terça-feira (17), a proposta ecológica chamou atenção na fantasia da paraense Alane Dias, musa da Acadêmicos do Grande Rio.

Inspirada na cultura popular e na estética do Maracatu, a dançarina incorporou 50 garrafas pet ao figurino, substituindo materiais tradicionais como cristais e pedrarias por tiras recicladas aplicadas nas mangas, braços e costas. O resultado foi um visual que uniu brilho, movimento e consciência ambiental.

Segundo Alane, a ideia nasceu ainda durante os ensaios técnicos, quando já vinha apostando em peças com reaproveitamento de materiais. A decisão de levar o conceito para a avenida reforça uma tendência que cresce entre artistas e escolas de samba: usar o Carnaval como plataforma de reflexão social.

Além da homenagem ao enredo da escola, a fantasia também funcionou como manifesto sobre consumo responsável e criatividade. “É possível fazer algo grandioso sem deixar de pensar no planeta”, destacou a musa antes de entrar na avenida.

Com o apoio do namorado, Fran Gil, que acompanhou o desfile na Sapucaí, Alane mostrou que luxo e sustentabilidade podem caminhar juntos, e que a maior riqueza do Carnaval pode estar justamente na reinvenção.

Fonte: g1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 18/02/2026/13:01:36

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