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Operação prende grupo suspeito de agiotagem e extorsão contra servidores do Tribunal de Justiça do AM

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Seis pessoas foram presas nesta quinta-feira (12) em Manaus, durante uma operação da Polícia Civil que investiga um grupo suspeito de praticar agiotagem e extorsão. Entre os presos está o dono de um banco que, segundo a polícia, funcionava como fachada para lavagem de dinheiro. A Justiça autorizou prisão preventiva, quebra de sigilo telefônico e mandados de busca e apreensão. Foram recolhidos celulares, dinheiro, computadores e armas. Veja acima os materiais recolhidos pela polícia.

A investigação já identificou pelo menos cinco vítimas, incluindo uma servidora do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM).

O delegado Cícero Túlio, titular do 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP), disse à Rede Amazônica que o grupo era formado por diferentes núcleos de agiotas que miravam servidores públicos, principalmente de tribunais e outros órgãos oficiais do Amazonas.

A vítima, que não teve a identidade revelada, relatou que começou a ser ameaçada após contrair um empréstimo inicial de R$ 5 mil, que evoluiu para uma dívida milionária. Ela perdeu duas casas e um carro, segundo apuração da Rede Amazônica.

Em áudios obtidos com exclusividade, pela Rede Amazônica, um dos suspeitos ameaçou sequestrar o filho da vítima:

“Pô, cara, tu não tem palavra mesmo não, né? Se tu não tem palavra, eu tenho. Entendeu? Vou mandar sequestrar teu filho hoje. Eu vou querer meu valor tudinho Que eu te emprestei, entendeu? Valor integral. Já esperei muito. Quando eu falo eu cumpro as coisas que eu falo, entendeu? Diferente de você. Porque você não tem palavra”, afirmou.

Em uma das situações, a servidora foi abordada no estacionamento do Tribunal de Justiça do Amazonas e forçada a entrar em um carro com um dos agiotas. Em um vídeo apreendido pela polícia, um dos suspeitos afirma que fez um acordo com a vítima para pagamento de novas parcelas e enviar a informação ao chefe do grupo.

“Ela falou que não vai poder pagar agora porque tá compromissada… que começa a pagar em fevereiro. Vamos lá!”

Em outro áudio, os suspeitos ameaçam matar a servidora e atacar veículos oficiais do Tribunal.

“Vou fazer escolta lá na frente do tribunal. Vou te pegar, vou metralhar o carro corporativo do Tribunal de Justiça, entendeu? Vou te matar ainda hoje”

Segundo o delegado, o grupo utilizava violência e intimidação para garantir o pagamento das dívidas. As investigações apontam ainda o uso de empresas para movimentar grandes quantias de dinheiro em espécie e por meio de transações financeiras.

Lavagem de dinheiro

Segundo as investigações, Ikaro Michel, apontado como chefe do esquema, é dono do Banco Life, utilizado para lavar o dinheiro obtido com as práticas criminosas. Com ele, a polícia apreendeu cerca de nove veículos, dinheiro, celulares, computadores e uma arma escondida em cima de uma geladeira.

“O Ikaro tinha uma função de destaque em relação a um dos núcleos investigados pela Polícia CiviL, acabou criando um banco de fachada pra fingir escoar os valores que eram oriundos das práticas criminosas. Durante as investigações a gente conseguiu identificar que o banco servia como fachada para fins de realizar o escoamento e a dissimulação dos capitais oriundos dessa prática”, disse o delegado.

O TJAM informou, em nota, que não vai se manifestar sobre o caso. A defesa de Ikaro Michel disse que só falará após ter acesso ao inquérito.

Fonte: G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/02/2026/15:57:38

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