De acordo com o delegado Fernando Bravo, responsável pela investigação, nesta quarta-feira (11), os celulares do homem e da esposa dele, que foi quem comprou o produto e o levou para casa, também foram apreendidos.
“Nós vamos fazer os exames para verificar se realmente foi um envenenamento a causa e se isso foi administrado dolosamente. E aí, no caso, teríamos uma tentativa de homicídio”, diz.
Compra de açaí e reclamação
Segundo a polícia, no dia 5 de fevereiro, por volta das 17h30, a esposa foi a uma loja na Avenida Barão do Bananal, zona Leste da cidade, para retirar o pedido de dois açaís. Por volta das 20h, ela retornou ao local com o companheiro para reclamar da compra.
Câmeras de segurança registraram a movimentação na loja. Segundo a polícia, o casal já tinha consumido os produtos, mas o namorado teria sentido um gosto estranho no açaí.
“Ele noticiou para a gente que começou a tomar o açaí e passou mal. Ele conta que sentiu um gosto de óleo de motor. Na casa dele, ele disse que a única coisa que acrescentou ao açaí foi leite em pó”, afirma Bravo.
Substância suspeita
De acordo com o delegado, fotos feitas após o casal consumir o produto mostram uma substância granulada no fundo da embalagem.
“Eu não posso falar que é veneno. Vai ser encaminhado para a perícia e depois do resultado, nós vamos ter a conclusão. A análise é para saber se esse granulado faz parte do produto ou não e como ele foi parar ali se for constatado que foi veneno”, diz.
Após a reclamação na loja, o jovem foi internado no Hospital das Clínicas (HC). Amostras de sangue dele foram coletadas e encaminhadas ao Instituto Médico Legal (IML) para análise.
Contaminação em loja descartada
Neste momento, a possibilidade de que tenha havido uma contaminação dentro da loja de açaí está descartada pela polícia, segundo o delegado.
“O estabelecimento está cooperando com as investigações, eles forneceram todas as imagens da linha de produção. Quadro a quadro nós vimos ali que, aparentemente, não tem na produção, não foi colocado nenhum objeto em um açaí que tenha sido colocado no outro. Eu não posso concluir ainda, mas, aparentemente, nós descartamos que essa contaminação tenha sido feita na empresa”, diz Bravo.
Não há uma data para a finalização dos laudos periciais. Testemunhas estão sendo chamadas para prestar depoimento.
A esposa do jovem ainda não foi ouvida formalmente pela polícia. Apesar de ainda estar internado, ele passa bem.
Fonte: G1 e Publicado Por: Jornal Folha do Progresso em 12/02/2026/15:45:30
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